quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Torne suas aulas mais interativas com QR Codes
Olá, hoje estreamos a colaboração do Porvir com o Blog de Tecnologia
de NOVA ESCOLA. Todos os meses, vamos trazer para cá ideias que
coletamos em escolas do Brasil todo. Começamos por uma ferramenta que
provavelmente está no telefone aí dos seus alunos.
Escanear um QR
Code com seu celular serve para mais coisas do que participar de
promoção, comprar pizza com desconto ou ler mais informações sobre uma
obra no museu. O quadradinho que parece um código de barras pode
armazenar vários tipos de informações, inclusive algumas úteis para
atividades em aula.
O QR code (sigla em inglês para Quick
Response, ou seja, resposta rápida) é um código de barras 2D (os antigos
trabalham apenas a dimensão horizontal) e pode ser lido facilmente
pelas pessoas usando um celular com câmera fotográfica. Basta escanear o
código com um aplicativo apropriado, que o converte imediatamente em
texto, localização, números de telefone e links para sites, vídeos,
imagens e outros.
Para utilizar esses código de modo a tornar as
aulas interativas e divertidas, é necessário baixar no celular do
professor e no dos alunos aplicativos de leitura de QR Codes criados em
sites específicos. Existem opções gratuitas disponíveis para ambas as
ferramentas (veja sugestões ao final do texto).
Criar um QR Code
não exige conhecimentos de programação ou design. Com um aplicativo em
seu celular, escolha que tipo de informação o QR Code vai armazenar
(link de internet, texto, número de telefone, post no Facebook, arquivo
PDF), indicar o conteúdo num campo específico e gerar o código. Depois, é
possível salvar o código como imagem e usar da maneira mais adequada
para cada situação. Algumas funcionalidades, como usar cor no código ou
ter acesso a estatísticas sobre seu uso, são cobradas.
Apresento aqui três sugestões de atividades com QR Code já realizadas por educadores que relataram suas práticas na seção Diário de Inovações do Porvir. Confira:
Caça ao QR Code
A experiência das professoras Andréia Vitorino Marcos e Irlane Veloso, de Picos (PI), foi usada em aula de Língua Portuguesa, mas a essência dela, a adaptação da caça a um tesouro por meio de informações em QR Codes, pode ser aplicada em outras disciplinas e contextos.
Como fazer: Para uma aula de análise de poemas, comece selecionando um texto para ser trabalhado com os alunos. Depois, crie códigos para cada estrofe do texto e os espalhe em cartazes em diferentes lugares da escola. Em cada QR Code, insira também dicas para encontrar outras estrofes. A missão dos alunos, divididos em grupos, é procurar os códigos e completar todo o poema. Enquanto decodificam os trechos, os grupos devem se reunir para ler e encontrar a próxima pista. Além disso, devem responder algumas perguntas sobre a estrofe lida. Quando conseguirem completar o poema, peça que analisem a estrutura do gênero textual.
Inclusão de deficiente visual
Raquel Gonzaga, de São Paulo, usou QR Code para incluir um deficiente visual nas aulas de inglês. O objetivo era oferecer condições para o aluno aprender junto com os colegas.
Apresento aqui três sugestões de atividades com QR Code já realizadas por educadores que relataram suas práticas na seção Diário de Inovações do Porvir. Confira:
Caça ao QR Code
A experiência das professoras Andréia Vitorino Marcos e Irlane Veloso, de Picos (PI), foi usada em aula de Língua Portuguesa, mas a essência dela, a adaptação da caça a um tesouro por meio de informações em QR Codes, pode ser aplicada em outras disciplinas e contextos.
Como fazer: Para uma aula de análise de poemas, comece selecionando um texto para ser trabalhado com os alunos. Depois, crie códigos para cada estrofe do texto e os espalhe em cartazes em diferentes lugares da escola. Em cada QR Code, insira também dicas para encontrar outras estrofes. A missão dos alunos, divididos em grupos, é procurar os códigos e completar todo o poema. Enquanto decodificam os trechos, os grupos devem se reunir para ler e encontrar a próxima pista. Além disso, devem responder algumas perguntas sobre a estrofe lida. Quando conseguirem completar o poema, peça que analisem a estrutura do gênero textual.
Inclusão de deficiente visual
Raquel Gonzaga, de São Paulo, usou QR Code para incluir um deficiente visual nas aulas de inglês. O objetivo era oferecer condições para o aluno aprender junto com os colegas.
Como fazer: Para
que um estudante que não enxerga consiga interagir com os estímulos
visuais e mensagens em texto apresentados na lousa, transforme-as em um
QR Code no seu celular. A cada imagem e texto apresentado à classe, se
aproxime do aluno com deficiência e lhe peça para escanear o código com
seu celular e ouça o conteúdo com fone de ouvido. Desta forma, ele
acompanhará a aula e poderá dialogar com você e os colegas.
Espalhe QR Codes de conhecimento
A prática promovida pela professora Jordana Thadei, de São Paulo, envolveu a pesquisa e a redação de resumos sobre aprendizados transformados em QR Codes. Mesmo tendo sido aplicada com alunos de Letras, ela também pode ser realizada em aulas da Educação Básica.
Espalhe QR Codes de conhecimento
A prática promovida pela professora Jordana Thadei, de São Paulo, envolveu a pesquisa e a redação de resumos sobre aprendizados transformados em QR Codes. Mesmo tendo sido aplicada com alunos de Letras, ela também pode ser realizada em aulas da Educação Básica.
Como fazer: Dê
nomes de personalidades importantes a salas ou lugares da escola e
incentive seus alunos a pesquisarem sobre essas pessoas. A atividade
pode ser feita em grupos. Posteriormente, peça que eles escrevam em
conjunto textos curtos, informativos e atraentes sobre essas
personalidades para serem lidos pelo celular. O próximo passo é
transformar esses textos em um QR Code para ser exposto ao lado dos
nomes das salas. Essa informação ficará disponível para todos os alunos
da escola que escanearem os códigos.
Ferramentas para criar QR Codes:
Gerador de código QR
Kaywa QR CodeGenerator
e-elemento
Ferramentas para criar QR Codes:
Gerador de código QR
Kaywa QR CodeGenerator
e-elemento
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
OPEN-SANKORÉ UM SOFTWARE LIVRE PARA LOUSA ELETRÔNICA
Do site marcosrocha.info editado por Marcos Ferreira da Rocha encontramos o post sobre o Open-Sankoré é um software livre para lousa eletrônica.
Open-Sankoré
O Open-Sankoré é um software livre para lousa eletrônica. originalmente desenvolvido na Universidade de Lausanne, Suiça em 2003, para uso de professores da universidade. Depois passou para uma empresa de computação e, em seguida, comprado por uma Instituição pública francesa que a tornou um Projeto de Software Livre, Uma estratégia de desenvolver a educação na África, com apoio da ONU (Organização das Nações Unidas).
Para ver mais informações clique nos links abaixo:
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Docentes do Instituto de Física da USP criam canal no YouTube para ensinar conceitos
Agência FAPESP – Professores e pesquisadores do Instituto de
Física da Universidade de São Paulo (USP), coordenados pelo prof. Gil da
Costa Marques, criaram um canal no YouTube com diversas aulas de física
que auxiliam alunos, professores a buscar o entendimento dos problemas
mais complexos da física de uma forma mais simples, segundo informações
divulgadas pela Assessoria de Comunicação do Instituto.
De acordo com Costa Marques, responsável pela iniciativa, "o
propósito do canal no YouTube é disponibilizar conteúdos de alta
qualidade para a educação científica e informações mais recentes sobre o
ensino de física para estudantes universitários e professores que
buscam atualização dos conhecimentos”.
Os planos futuros para a plataforma, ele acrescentou, preveem a
expansão da oferta de conteúdos para um público mais geral. “Porém, o
principal objetivo foi alcançado que é o de aproximar cada vez mais a
universidade pública, gratuita e de alta qualidade, da sociedade que a
financia por meio dos impostos”, ele finalizou.
As aulas no YouTube estão disponíveis no endereço: https://www.youtube.com/channel/UCF5qm-yrOeDq1sSmE-gCh0.
Para mais informações utilize o e-mail marques@if.usp.br ou o telefone (11) 3091-6708.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Chamadas em vídeo: coloque os alunos em contato com pessoas do mundo inteiro
Por: Larrissa Darc
Que tal levar os alunos para um intercâmbio sem sair da escola?
Acredite, é mais simples do que você pensa. Um computador ou um celular
com acesso à internet e uma boa dose de imaginação bastam para
desenvolver um projeto desse.
Aplicativos e programas como o WhatsApp, o Viber, o Google Hangouts, o FaceTime (disponíveis apenas para aparelhos da Apple) e o Skype
permitem fazer chamadas em vídeo e, assim, colocar os estudantes em
contato com pessoas de diferentes lugares. Imagina, então, você propor
aos alunos que eles pratiquem o inglês com estudantes de uma escola da
Austrália? Ou, então, colocar a turma em contato com algumas crianças de
uma tribo indígena quando estiverem estudando esse tema?
Foi
exatamente isso que a professora Josane Batalha, de uma escola
particular do interior de São Paulo, fez ao perceber as potencialidades
dessas ferramentas. Certificada pela Microsoft Innovative Educator Expert,
Josane teve a ideia de usar o Skype quando pesquisava sobre a questão
indígena para as aulas de História e Geografia. “Eu trabalhava com o
conteúdo do livro, mas aquilo estava longe da realidade. As crianças não
conseguiam ter noção de como são os índios de hoje e ficavam presas ao
estereótipo”, explicou a professora. Para fugir disso, ela começou a
pesquisar notícias mais atualizadas sobre essas populações para levar
para a sala de aula. Acabou encontrando a Organização de Desenvolvimento
Cultural e Preservação Ambiental Ama-Brasil, referência no assunto.
“Entrei em contato com a equipe da entidade que me falou de uma escola
indígena que tinha acabado de receber alguns notebooks. Foi daí que
surgiu a ideia de promover essa troca”, completa.
Os alunos do 4º
ano da professora Josane puderam compartilhar dúvidas com as turmas do
4º, 5º e 6º ano da Emef Profº Antônio de Sousa Pedroso, conhecida como
Escola Borari, localizada em Alter do Chão, distrito a 30 quilômetros de
Santarém, no Pará, que contaram aos colegas de São Paulo, sobre as suas
tradições, meios de transporte e rotina escolar.
Em outra
conversa, foi a vez dos estudantes paulistas dividirem com a garotada
paraense informações sobre a crise hídrica. “Nós falamos sobre a
importância de cuidar da água por conta da seca que enfrentamos
recentemente, algo sobre o qual eles nunca tinham se preocupado por
conta da abundância de água que existe na região”. Para a professora,
esse projeto fez toda a diferença no aprendizado das crianças sobre o
tema e revelou uma grande oportunidade de se trabalhar outros conteúdos.
Ficou
com vontade de fazer algo parecido? O Skype tem três possibilidades de
uso, todas gratuitas, que podem ser usadas na sua aula:
A
ferramenta lançada recentemente permite que os estudantes conversem com
qualquer pessoa que fale outro idioma mesmo que não se tenha domínio
sobre ele já que o programa realiza traduções simultâneas em sete
línguas, incluindo o português, para chamadas de voz e de vídeo e mais
de 50 para mensagens de texto. Estão estudando os planetas do sistema
solar? Que tal colocar a turma em contato com pesquisadores da NASA? As
possibilidades se tornam infinitas.
Nessa
modalidade, você marca data e hora para que um especialista participe
de uma transmissão ao vivo para a turma. É uma excelente oportunidade de
os alunos entrarem em contato com escritores, cientistas, médicos,
entre tantos outros profissionais, que podem contribuir para a
compreensão de um tema que faça parte do seu planejamento.
Que
tal fazer as malas e entrar em um avião sem saber onde vai desembarcar?
Essa é a proposta desse jogo. Para participar, basta optar por um dia e
horário, avisar sobre a disponibilidade e realizar uma chamada. A
ferramenta colocará a turma em contato com outros alunos escolhidos
aleatoriamente. O objetivo? Adivinhar de onde são os estudantes, fazendo
perguntas e trocando experiências. Ah, lembre-se! Essa opção é mais
indicada para turmas afinadas no inglês, afinal, como diferentes países
participam da plataforma é mais fácil que todos se comuniquem nessa
língua.
Agora é só ligar o computador, procurar o recurso mais
adequado para o conteúdo previsto no seu planejamento e ultrapassar as
barreiras das paredes da sala de aula.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Já pensou no podcast como recurso educacional?
Programas em áudio são uma forma simples de encontrar quem quer aprender a qualquer hora e em qualquer lugar
por Vinícius de Oliveira
Simples e barato de ser produzido, o podcast (arquivo
de áudio digital) é uma ferramenta pronta para beneficiar a educação.
Quem visita o Porvir já deve ter encontrado matérias
que falam dos diferentes ritmos de aprendizagem e como o contato com
conhecimento se dá cada vez mais longe da escola. É neste ambiente que
os podcasts atuam como facilitadores, por poderem ser reproduzidos nos
computadores, tablets ou celulares, e em qualquer lugar: em casa, a
caminho da escola ou no transporte público.
Em palestra na Campus Party Brasil, evento que aconteceu em São Paulo na semana passada, Kellen Bonassoli, parceira do portal Mundo Podcast,
defendeu a produção de podcasts como recursos educacionais abertos para
tirar o “conhecimento do pedestal”. Para isso, pretende lançar em breve
o projeto baseado em software livre Educasom, que funcionará como
agregador e ponto de referência para escolas e professores interessados.
“É uma plataforma para educadores ou profissionais com interesse em
produzir conteúdo específico para educação possam hospedar seu material e
fazer disso um recurso educacional aberto”, explica. A ideia de Kellem,
que é formada em letras e pós-graduada em psicopedagogia, é conectar
produtores e consumidores em um só lugar e, assim, simplificar a
distribuição dos programas, um dos grandes gargalos enfrentados pelos
autores.
O Educasom, segundo Kellen, também busca apoiar e dar fôlego aos
projetos. “A graça do podcast está no nicho e em entender a pessoa com
quem está falando. Existem mais de 800 podcasts no Brasil, mas são todos
muito iguais. As pessoas viram uma forma que fez sucesso com o Jovem
Nerd [que fala de cultura pop e alcança 100 mil downloads por episódio] e
resolveram copiar e não conseguem levar adiante”, explica.
Para aqueles que desejam começar e ainda não sabem bem qual
estratégia adotar, Kellen explica que o público do podcast é formado por
nichos e está atrás de conhecimento especializado, ao contrário de
meios como a TV, que parte para uma abordagem mais generalista. Ao mesmo
tempo, não é tão amarrado quanto o rádio. “Para bater um papo com as
pessoas, a referência deve ser a linguagem do Facebook, do Twitter e dos
blogs. É preciso imaginar uma conversa ao telefone em que são usadas
referências que fazem parte do dia a dia de quem vai te ouvir. Isso é o
que faz a diferença”, disse.
Os gêneros a serem seguidos também são bastante amplos e partem da
(aparentemente) simples audiodescrição, que ajuda estudantes cegos com a
contextualização de vídeos. Além desse, a gravação de aulas também é
uma alternativa que, para ser bem executada, demanda um trabalho de
sistematização por parte do professor. “O único cuidado necessário é com
as indicações. No lugar de dizer ‘aqui você está’ vendo isso’ deve-se
usar ‘aqui você está vendo um cálculo’”, explica. Outros modelos abrem
espaço para textos literários e dramáticos, onde locução, efeitos e som
de fundo se encontram para dar vida à narrativa.
Scicast, o podcast de ciência com diversão
Criado por ex-redatores do site de tecnologia Meio Bit, o SciCast
é um podcast que trata de temas e curiosidades científicas, fazendo uma
intersecção entre educação e entretenimento. Silmar Geremia, um dos
fundadores do site que hoje reúne estudantes, engenheiros e biólogos de
várias partes do país, explica que podcasts superam uma dificuldade
técnica imposta pelo vídeo.
“Se você faz um canal do YouTube com qualquer material, vai ficar
sempre parecendo uma coisa amadora e queríamos nos posicionar melhor. Em
áudio, isso já é possível com baixo investimento”, diz. O restante,
explica, é dedicação e tempo para preparar pautas e seguir uma linha
coerente com começo meio e fim para cada episódio.
Como gravar
Para começar a gravar seus programas, o investimento mínimo é muito
baixo: basta um telefone celular, um gravador de voz ou um simples
microfone ligado ao computador.
Como editar
Para edição de áudio, um dos programas mais usados é o Audacity,
software livre, disponível em português, que além de não cobrar nada
pelo download, também reúne uma comunidade de usuários ao redor do mundo
e traz plug-ins que facilitam a acessibilidade para cegos. Com ele, é
possível “casar” a locução com efeitos e música de fundo.
Como hospedar
Para hospedar o arquivo de áudio, é possível usar um site nas
plataformas WordPress ou Tumblr. Sua audiência pode receber sua produção
por meio de um feed, recurso que alerta sempre que um novo episódio é
publicado.
Como ouvir
Ouvir é igualmente simples, basta um computador, um tablet ou um tocador de MP3 de sua preferência.
Referências
- Curso de Podcast com Leo Lopes www.youtube.com/user/cursodepodcast
- Mundo Podcast www.mundopodcast.com.br
- Alotenica www.radiofobia.com.br/category/podcast/alotenica
- Grupos no Facebook www.facebook.com/groups/podcastbr
www.facebook.com/groups/podcast.discussoes
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Você escolheu e nós testamos; conheça o melhor antivírus grátis para Windows 10
Este é sempre um dos comparativos mais esperados pela galera que acompanha o Olhar Digital. Exatamente por isso, deixamos todo mundo participar e opinar antes de começar os testes. Lançamos uma enquete no Facebook para descobrir quais soluções o pessoal queria ver aqui nesse quadro. O Laboratório Digital deste mês avaliou e comparou cinco antivírus gratuitos para Windows 10: Avast Free Antivirus, AVG Antivirus Free, Avira Free Antivirus, Bitdefender Antivirus Free Edition e, a pedido de muitos, incluímos também o Panda Free Antivirus nessa disputa.
Apesar de algumas soluções terem sido bem votadas,
preferimos deixar elas para uma segunda comparação – que faremos em
breve – já que são versões pagas e oferecem apenas um período de
experimentação gratuita; foi o caso, por exemplo, do antivírus da
Kaspersky (que foi muito bem votado na enquete), mas também do McAfee,
do Eset e Norton.
Estamos utilizando o Windows 10, a última versão do
sistema operacional da Microsoft. Algumas pessoas questionaram sobre o
Windows Defender, a solução que vem embarcada no sistema. A resposta
mais simples e direta é: o Windows Defender é muito inferior aos seus
concorrentes. Não que seja ruim. Se você seguir todas as boas práticas
de segurança, usar o bom senso e mantiver o sistema operacional,
navegador e plugins sempre atualizados – dependendo da sua tolerância ao
risco – o Windows Defender é melhor do que nenhuma proteção. De
qualquer forma, assim que você instala qualquer outro antivírus, o
Windows Defender automaticamente se torna inativo. Melhor assim.
Nos laboratórios de antivírus, analisamos testes e
estudos bem complexos e profundos feito por empresas especializadas,
como a Spycar, Eicar, AV-Comparative, AV-Test Institute e ICSA Lab. Além
de percorrer cuidadosamente os resultados dos laboratórios
independentes, também fizemos nossos próprios testes com nossa coleção
particular de pragas e malwares. Para finalizar, submetemos os antivírus
a contatos com sites maliciosos que estão espalhados pela web, listados
por organizações como a PhishTank. Agora, aos testes!
BAIXAR E INSTALAR
Quanto menos cliques até a primeira varredura, melhor!
Ganha mais pontos o software mais prático. O que deu mais trabalho foi o
Avira; de todos, foi o mais complicado de instalar e também o mais
lento para iniciar a primeira varredura. O AVG também não se mostrou
muito eficiente neste primeiro contato com a ferramenta - foram diversos
cliques até o antivírus realmente funcionar. Avast e Bitdefender
merecem um empate técnico neste quesito - a instalação e verificação de
vírus foi muito rápida e eficiente. Mas o destaque ficou mesmo por conta
do Panda, muito simples, quase nenhum clique após iniciar a instalação e
já estava pronto para usar e terminando a varredura rápida do nosso PC.
O Panda saiu na frente.
INTERFACE
Nossa análise vai além do design; aliás, essa escolha
deixamos para cada usuário fazer a sua - gosto não se discute. O que a
gente realmente avalia é a simplicidade e facilidade de usar a
aplicação. As cinco interfaces são muito boas. A solução da Avira, ainda
assim, ficou em último lugar - é um dos mais complicados de usar por
alguém que nunca trabalhou com esse tipo de software. Nada escandaloso.
Já o Avast, Bitdefender empataram em terceiro lugar. O AVG, em segundo,
deixa tudo muito acessível para o usuário - inclusive o que faz parte da
versão gratuita ou não. E o destaque mais uma vez ficou com o Panda,
sem dúvida o mais fácil de usar de todas as soluções apresentadas aqui
hoje. Isso sem contar que, na nossa humilde opinião, é o mais bonito dos
cinco.
DESEMPENHO
Aqui, a gente analisa o impacto que cada antivírus tem
sobre o desempenho do seu computador; o quanto ele afeta a velocidade de
diversas funções. Para fazer esses testes, abrimos sites que estamos
acostumados a visitar, baixamos aplicativos, abrimos diferentes
programas, copiamos arquivos de um lado para outro…e avaliamos. Depois
de vencer as duas últimas categorias, aqui o Panda decepcionou. Depois
de se mostrar tão rápido na inicialização, levou mais tempo que os
outros para fazer a varredura da máquina. Isso que ele deixou a máquina
sensivelmente mais lenta também. Em seguida, Avast e AVG empatam em
segundo lugar. Em primeiro lugar, mais um empate. Quem se saiu melhor
foram as soluções Avira e Bitdefender; ambos com desempenho pra lá de
eficiente. O Avira é, tradicionalmente, um antivírus bastante leve e que
não mexe praticamente nada no desempenho do seu computador. Com toda
sua simplicidade, o Bitdefender também parece que não existe enquanto
roda em segundo plano…ponto para os dois em um quesito importante.
CONSUMO DE RECURSOS
Uma coisa é o impacto que o antivírus causa no
desempenho da sua máquina, outra é quanto o software exige do seu
computador em termos de memória e processador; quanto de recurso consome
cada solução. Desempenho e uso dos recursos da sua máquina são
complementares, mas não proporcionais. Aqui, Panda e Bitdefender são os
primeiros - mesmo que no quesito desempenho, o Panda tenho amargado uma
lanterna feia. Mas com essa avaliação a gente define que mesmo que não
sejam igualmente ágeis, esses dois antivírus são os que menos incomodam
enquanto estiverem operando. Em segundo lugar ficou o Avast; AVG e
Avira, respectivamente, em quarto e quinto lugar. O uso da CPU quando
esses aplicativos estão rodando é maior; dá pra notar mais tempo para
carregar as páginas e até para abrir alguns programas.
EFICÁCIA
Claro, entre tantas comparações, certamente esta é a que
mais interessa, afinal, com o antivírus “X" você estará realmente
protegido? Aqui a gente compara a eficácia tanto na detecção quando na
remoção de ameaças virtuais. A ótima notícia é que com qualquer uma das
cinco soluções testadas e comparadas neste Laboratório Digital, sua
máquina estará devidamente protegida. Tanto nos nossos testes quanto nas
análises mais minuciosas dos laboratórios independentes, todos os
softwares se saíram muito bem. Em todos eles, o índice de eficácia fica
muito próximo dos 100%. Se a gente tem que escolher um vencedor, não vai
ser por aqui que vamos medir…
EXTRAS
Ainda que gratuitos, a maioria dos antivírus traz ainda
funções e configurações extras que podem fazer a diferença na hora de
escolher. O BitDefender, talvez por ser o mais simples e direto de
todos, é o que menos oferece; aliás, não oferece nada além. Na versão
free, o Avira apenas oferece um módulo de avaliação do Firewall do seu
Windows - fora isso, só na versão paga. O Panda ganha destaque com seu
"USB Vaccine”, uma função que faz uma varredura completa em qualquer
pendrive que você conectar à máquina e ainda aplica uma verdadeira
vacina no dispositivo impedindo que qualquer processo inicie
automaticamente quando a unidade está montada.
Em segundo lugar neste quesito, o AVG traz o Tune Up, um
recurso que ajuda manter seu computador e todos os programas instalados
sempre atualizados, melhorando assim a performance da máquina. E, em
primeiro lugar, o Avast, com alguns recursos extras bem interessantes:
além de um módulo integrado ao e-mail e ao navegador e uma ferramenta
que avalia a segurança e eventuais falhas na sua rede, o mais legal é o
gerenciador de senhas - a função ajuda a controlar e manter suas senhas
sempre fortes e seguras.
CONCLUSÃO
No final dessa bateria de testes e comparações, a
escolha do Olhar Digital como melhor antivírus gratuito de 2016 ficou
com o Avast Free Antivirus. Ainda que a solução seja um pouco mais
pesada que alguns concorrentes, o antivírus na Avast não deixou nossa
máquina visivelmente mais lenta. O softwares é muito bem conceituado nos
testes de laboratórios independentes e se saiu muito bem também na
nossa avaliação. O bônus ficou por conta do gerenciador de senhas e a
análise de segurança de rede e do roteador. Com eficácia próxima dos
100%, desta vez, é a melhor escolha para a proteção por um antivírus
gratuito.
Logo abaixo, um empate duplo; isso mesmo, os antivírus
gratuitos BitDefender e Panda são bastante equivalentes. Nenhum deles
deixa muito a desejar na comparação com o grande vitorioso, mas detalhes
fizeram a diferença. Além da eficácia, o BitDefender se destaca pela
simplicidade - é o mais discreto de todos e não tem sequer menu de
configurações. Já o Panda surpreendeu pela leveza e velocidade desde o
primeiro contato com a ferramenta. A interface é muito clara e intuitiva
- nossa preferida. Além de tudo, ainda traz um módulo de proteção e
vacina para dispositivos USB. Sem sombra de dúvidas, Panda e BitDefender
também são boas escolhas caso você queira experimentar.
Em terceiro lugar ficou o AVG Antivirus Free. É uma
solução eficaz, porém um tanto mais pesada que seus rivais. O menu traz
uma série de configurações que pode complicar a cabeça de muitos
usuários. Na lanterna do nosso Laboratório Digital deste mês ficou o
Avira Free Antivirus - nos testes de laboratórios independentes, ele já
fica um pouquinho atrás no nível de proteção. Nossa experiência com o
antivírus Avira não foi das melhores, além das complicações durante a
instalação e a primeira varredura, a interface não agradou muito e ele
se mostrou um dos que mais utiliza recursos da sua máquina. A varredura
completa leva mais tempo do que a maioria.
É importante deixar claro que nenhuma das ferramentas
avaliadas no nosso laboratório é ruim; longe disso. São os melhores
antivírus gratuitos do mercado para Windows 10 - com qualquer uma dessas
soluções, pode ter certeza, você estará seguro. Se sua opção for
diferente da nossa, o interessante é experimentar. Baixar e instalar
cada um deles é bastante fácil e leva poucos minutos. Se você tiver uma
opinião diferente da nossa, aproveite o espaço, compartilhe seus
comentários.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/fique_seguro/video/laboratorio-digital-antivirus-gratuitos/63484
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/fique_seguro/video/laboratorio-digital-antivirus-gratuitos/63484
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Bloqueando sites pornográficos utilizando o OpenDNS Family Shield
Uma forma simples de bloquear o acesso de sites que tenham conteúdo adulto ou que são considerados maliciosos é alterar o endereço do DNS. Isso pode ser feito localmente no computador, assim este não acessa sites de conteúdos impróprios ou alterando o DNS no roteador, desta forma todos os computadores que acessam a internet por esta rede passam também a não acessar este sites.
O site "professorramos.com" disponibiliza uma vídeo aula de como proceder (vídeo abaixo).
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Formação Google Apps for Education em São Sepé
No dia 04 de outubro, os
professores Renato Miranda e Vanessa Roth, realizaram o primeiro encontro da “Formação para o uso do Google Apps for Education”, na E.E.E.B.
Francisco Brochado da Rocha, em São Sepé. Os professores foram divididos em
duas turmas, realizando a formação nos turnos da manhã e da tarde. A formação
objetivou capacitar os professores a utilização de ferramentas, desenvolvidas
para colaborar e facilitar o planejamento das aulas.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
9 ferramentas gratuitas para produzir e editar vídeos
Das mais simples às que podem gerar produções mais elaboradas. Aproveite!
Os recursos audiovisuais, muito úteis em sala de aula, podem ser
produzidos sem grandes recursos técnicos, por meio de ferramentas
gratuitas, disponíveis para baixar. Algumas são livres, mas outras,
embora não pagas, são proprietárias. É só testar e escolher a que melhor
atende suas necessidades.
1. Avidemux – Ferramenta que acrescenta legendas e outros textos ao vídeo, além de emendar faixas, entre outras funções.
2. Cinelerra – Desenvolvido por uma comunidade
livre, traz ampla diversidade de recursos. Porém, o programa exige muito
do desempenho da máquina.
3. Clickberry – Para quem procura por funções mais
avançadas. O programa pode ser integrado ao Facebook, o que amplia ainda
mais as possibilidades, como a inserção de ícones da rede social, por
exemplo, o de “curtir”.
4. KDEnlive – A interface parece mais simples do que
a quantidade de funções de que a plataforma dispõe. Permite
visualização de guias e de faixas, com desempenho ágil.
5. Lightworks – Popular entre os usuários de
Windows, trata-se de uma plataforma de fácil assimilação e usabilidade,
com funcionalidades já conhecidas de quem usa o programa proprietário.
6. Movie Moments – Proprietário, destina-se a vídeos curtos, até 60 segundos. As funções atendem necessidades simples, como inserção de textos.
7. VSDC Free Video Editor – Com diversos recursos, tem interface simplificada.
8. Virtualdub – Mais um que se destaca pela simplicidade. Permite adicionar efeitos a vídeos, redimensionar imagens, entre outras opções.
9. Windows Movie Maker – Simplificado, e de
usabilidade fácil para que tem pouco conhecimento técnico. Funciona
normalmente no Windows 10, apesar de não vir instalado com o programa. (Com assessoria de imprensa)
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