sexta-feira, 18 de março de 2016

Professores em formação

Ontem, 17 de março, aconteceu mais uma formação de Lousa Digital no laboratório do NTE. Seguindo o cronograma de agendamento com as escolas, participaram da oficina representantes das escolas Dom Antônio Reis e Adelina Zanchi (Faxinal do Soturno) e Florismundo Eggres da Silva e Dona Joaquina (Mata), no turno da manhã. No turno da tarde, Antônio Lemos de Araújo, Marechal Hermes da Fonseca e Nossa Senhora das Vitórias (Cacequi) e, também a escola Guilhermia Javorski (de Jaguari).


quarta-feira, 9 de março de 2016

Formações Lousa Digital

Ontem, 08 de março, participaram da oficina Lousa Digital professores das escolas Irmão José Otão e Augusto Ruschi, no turno da manhã e, no turno da tarde, professores das escolas Humberto de Campos e Marechal Rondon. Os professores receberam orientações de como proceder à instalação da lousa, conheceram suas ferramentas e algumas possibilidades pedagógicas. Levaram para as escolas um DVD contendo os programas de instalação, vídeos, materiais teóricos e materiais didáticos digitais, para subsidiar o trabalho com a lousa digital.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Oficina Lousa Digital

No dia 07 de março realizamos oficinas de Lousa Digital, nos turnos manhã e tarde, no laboratório do NTE. No turno da manhã participaram da formação professores do Colégio Manoel Ribas e Colégio Rômulo Zanchi e no turno da tarde, professores do Colégio Tiradentes, da Escola Paulo Devanier Lauda e da Escola Érico Veríssimo. As formações seguem até abranger todas as escolas da rede estadual, que receberam a lousa digital.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O que você sabe das teorias de aprendizagem?



Na série "Teoria Passada a Limpo", NOVA ESCOLA publicou 12 reportagens explicando conceitos de alguns dos mais importantes pensadores da Psicologia da Educação: Jean Piaget, Lev Vygotsky, Henri Wallon e David Ausubel. Confira, neste teste, se você conseguiria responder corretamente às 10 questões de concursos públicos sobre as obras desses mestres. No final do teste, não há tabulação de erros ou acertos. A intenção é convidar você a refletir sobre esses temas.

INICIAR O TESTE

A diferença entre usar tecnologia e integrar a tecnologia na educação

Já foi provado que a tecnologia em sala de aula é benéfica para alunos e professores dentro e fora da sala de aula. Mas muitos profissionais da educação ainda não conseguem atingir resultados com sucesso na integração da tecnologia às suas aulas. Mas por que? A coach em tecnologia educacional Aditi Rao defende que muitos professores falham neste processo pois estão apenas usando-a e não integrando-a de fato à sua rotina – e muitos nem chegam a perceber que estão subaproveitando o potencial da tecnologia em aula. Para ela, a grande diferença entre usar e integrar a tecnologia está no impacto que ambas atitudes podem causar na aprendizagem.

Visando ajudar os professores à entenderem melhor as diferenças na forma de aplicar tecnologia em sala de aula (e como essas formas têm diferentes resultados no processo de aprendizagem), Aditi criou a seguinte tabela, delimitando e destacando as divergências entre “usar tecnologia” e “integrar a tecnologia”.


Assim como Aditi Rao, Devita Villanueva, assistente técnica em tecnologia da American School of Dubai, acredita que tecnologia não deve ser pensada como uma metodologia separada, distinta da educação. A tecnologia e suas habilidades devem fazer parte do currículo escolar, inserida dentro da aprendizagem do aluno.

Em suma, as escolas devem unir a pedagogia e o método como um todo na aprendizagem: o aluno deve ter o conhecimento de como manejar a tecnologia, mas também deve manejá-la para ter conhecimento – e os professores somam à esse processo com conhecimento pedagógico, integrando-o também à tecnologia. Para isso acontecer, as escolas precisam tentar e dar chances às novas tecnologias, assumindo seus riscos e minimizando-os através de um planejamento bem feito e materiais de qualidade.

Devita defende que a boa educação é aquela que prepara para o futuro, e nosso futuro não pode fugir da tecnologia. Ela se baseia na frase do filósofo e pedagogo norte-americano John Dewey:


“Você não pode ensinar hoje da mesma forma que ensinou ontem se seu objetivo é preparar os alunos para o amanhã.”

 Fonte: http://www.escribo.com.br/a-diferenca-entre-usar-tecnologia-e-integrar-a-tecnologia-na-educacao/

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Educação Musical

Segundo o que a legislação estabelece no que tange a Lei 11.769/08, o ensino da música torna-se pertencente à base curricular como obrigatoriedade de construção dos saberes envolvendo a Educação Musical, ainda pouco explorada.
De acordo com Lisiane Basse, “as crianças não só ouvem música, como a produzem, fazendo pequenos arranjos e tocando instrumentos como a flauta doce e alguns de percussão. Elas também vivenciam a música, por meio de trabalhos corporais que desenvolvem a atenção e a coordenação motora. Não queremos formar músicos, mas desenvolver o espírito crítico, conhecer as raízes da música brasileira, despertar o gosto musical, preservar nosso patrimônio e aumentar o repertório musical nacional e internacional” (ABEM, 2004, p. 78).

Fonte - imagem: http://www.escolamusicaliadetorres.pt/como-a-musica-afeta-o-cerebro-das-criancas/

Assim como a Tecnologia na educação, a incorporação da Educação musical é meio de desenvolvimentos cognitivo, construído socialmente e de modo significativo, parecendo também ser um novo desafio para os docentes, que podem inclusive trabalhar estas duas áreas em conjunto, na união de recursos digitais como suportes interessantes no trabalhado pedagógico dos saberes relativos à música e seus elementos.

Para capacitação, os docentes e escolas em geral/RS poderão optar, por exemplo por formações como a que ocorrerá no dia 16/02/2016 em Santa Maria/RS, utilizando-se de uma metodologia específica e adequada – “Sensibile – Educação musical para crianças”. Para quem possa interessar acesse: http://sensibile.com.br/

Para saber mais sobre essa temática:









Referência:
ABEM- Associação Brasileira de Educação Musical. Anais. V Encontro Anual. Educação Musical no Brasil: Tradição e Inovação. Salvador – Bahia, 2004.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

TECNOLOGIA E PRODUÇÃO DE SI



Quando paramos para refletir um pouco sobre o entrelaçamento da tecnologia nas nossas vidas, muitas vezes sentimos medo. Sentimos medo justamente por perceber a transformação que ela gerou e ainda gera e, portanto, a consequente insegurança que vem junto. No entanto, acredito que a tecnologia pode nos proporcionar ferramentas que permitam uma revolução, inclusive nas formas como aprendemos.

Temos, hoje, uma disseminação de informações que cria e impõe ao sujeito sentidos já prontos e que, portanto, muitas vezes não necessitam da participação deste no que diz respeito à criação e desenvolvimento de suas próprias atribuições a partir de suas vivências e experiências. Se pensarmos a tecnologia como um dispositivo que pode facilitar e estimular a criatividade nos mais variados níveis e contextos podemos criar, a partir e junto com ela, novos sentidos para a informação, podemos transformar e criar novas formas de subjetividades que apontem para relações mais solidárias e criativas

Podemos pensar em uma relação com a aprendizagem que seja pautada em uma constante problematização e vontade de aprender a aprender e não simplesmente de absorver conteúdos específicos. Entretanto, da mesma forma, a tecnologia pode se apresentar como um empecilho nesta direção se for encarada como uma ferramenta que simplesmente opera no sentido de ser um meio para um fim, de ser um instrumento que nos auxilia na dominação do mundo ao invés de algo com o qual nos relacionamos para transformar e, de fato, inventar um mundo melhor.

Sendo assim, considero fundamental que possamos problematizar nossa relação com a tecnologia sem cairmos em um idealismo ou ingenuidade absoluta, acreditando que ela traz apenas desenvolvimento, progresso e um melhoramento das nossas capacidades enquanto indivíduos ou mesmo espécie. No entanto, sem nos deixar levar também por um ceticismo intransponível que acredita e aposta no potencial destrutivo e inútil das produções tecnológicas no que se refere à criação de relações mais solidárias e inventivas entre nós. Para fazer isso, acho que deveríamos começar nos fazendo uma pergunta fundamental: que tipo de mundo, de relações, queremos construir?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O que os estudantes estão nos dizendo sobre a tecnologia e porque isto é importante!

Fonte:http://blackboard.grupoa.com.br/o-que-os-estudantes-estao-nos-dizendo-sobre-a-tecnologia-e-porque-isto-e-importante/ *Este é um post escrito por Bob Solis. Bob é membro do conselho consultivo da Blackboard.


Os estudantes querem trabalhar – e vamos ser claros quanto a isso. Cem por cento dos alunos que entevistei informalmente afirmaram que frequentam a faculdade para se posicionar bem no futuro. Minha conclusão pessoal coincide com uma pesquisa feita pela New America:

“Cerca de 90% dos estudantes dizem que foram para a faculdade para conseguir um bom emprego, ganhar mais dinheiro ou obter melhores oportunidades econômicas…”.
De forma alguma isso marginaliza a missão da educação, mas temos que tomar isto como uma afirmação acerca do que está interessando aos jovens alunos atualmente: o alto preço da educação e a crescente competição nas áreas de emprego.
Imagem:http://miconuncamais.blogspot.com.br/2012/09/linguagem-virtual-estudantes-sabem-mais.html

Por que é importante saber o que os alunos estão nos dizendo sobre a tecnologia?

Efetivamente todo o feedback que recebi a respeito da tecnologia sugeria que os alunos querem ter habilidades tecnológicas que possam necessitar no futuro ou alguma tecnologia que irá ser mais eficaz em sua experiência na faculdade.
Recentemente organizei um painel em uma conferência. Este painel foi originalmente composto por quatro alunos de graduação. O assunto era, de fato, novos pensamentos sobre a tecnologia. Seguem aqui algumas constatações dessa conferência:

*Os estudantes têm usado com mais frequência o ambiente virtual de aprendizagem, tanto em cursos a distância quanto presenciais, contudo estão interessados em utilizar um único AVA/LMS.
*Eles esperam fazer um único login para poder navegar em diferentes aplicativos ou ferramentas;

*Aderência a a recursos de vídeo para fins acadêmicos, de comunicação e capacitação; entretanto, é necessário que os vídeos tenham 2 minutos ou menos de duração – caso contrário, o estudante perde o interesse;

*O e-mail está de volta: os estudantes estão lendo os e-mais com o objetivo de obter informações em casos que o e-mail é o principal canal de comunicação.
*Eles esperam acesso wifi em todos os lugares do campus;

Enquanto estes eram os principais e já esperados tópicos,– ouvi também dicas sobre aplicativos e ferramentas que podem auxiliar os alunos durante sua jornada na faculdade.
Um artigo recente de Susan Grajek em um jornal de 2015, intitulado “O que precisamos saber sobre tecnologia em 2015”, resumiu cinco coisas que os alunos ”desejavam que seus instrutores utilizassem mais”:


*Palestras gravadas;
*Sistemas de alerta
*Conteúdo livremente disponíveis;
*Aprender mais sobre sistemas de gestão;
*Utilizar laptops e tablets durante a aula;


Estas são tecnologias já enraizadas no ambiente da faculdade e do trabalho. No entanto, como todos sabemos, a tecnologia de hoje não é isolada, mas tem convergido bastante com nossas vidas pessoais.

Que nível estamos pensando que os estudantes estão?

Isto pode ser reflexo de uma lacuna geracional ou simplesmente mostra que nossas organizações às vezes ficam presas em normas culturais, práticas de negócios e tomada de decisões… é preciso responder com maior habilidade e agilidade ao atendimento da tecnologia. É fundamental respondermos e preparar os alunos para o seu futuro… o nosso futuro!





terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Principais Tendências para Educação em 2016

Fonte:http://www.escribo.com.br/tendencias-educacao-em-2016/
As 5 Principais Tendências para Educação em 2016
Com o avanço da tecnologia, o ensino tradicional pouco a pouco tem se modernizado. As escolas, atentas à popularização das ferramentas de informação e comunicação, investem cada vez mais em novo métodos de ensino e aprendizagem que atendam às demandas atuais dos estudantes.
Apesar de caminhar a passos lentos, a reforma educacional é uma realidade necessária e em ascensão. Contrariando antigos métodos, o principal objetivo das escolas se torna permitir uma maior aplicação do conhecimento teórico à prática e desenvolvimento dos alunos em sua totalidade. E nada mais é do que uma adaptação a uma realidade já vivida pelos estudantes.
Com isso, diversas tendências tem adentrado o cenário escolar e provocado uma verdadeira revolução a nível mundial no ensino. Enquanto os recursos tecnológicos incrementam e favorecem o compartilhamento de conhecimento, o aprendizado em si tem sido otimizado através de novas didáticas e perspectivas empregadas pelo professor em sala de aula.
A seguir, listamos algumas tendências de mudanças para a educação brasileira que devem ser fortalecidas em 2016. Tais rumos, ainda que incipientes na realidade do país, carregam consigo um enorme potencial de crescimento dado seu alto grau de impacto educacional.

1. Ensino adaptativo

system-927149_1920
Dois alunos não aprendem da mesma maneira, de tal modo que um modelo único de educação não consegue promover o desenvolvimento adequado em sala de aula.
Tem entrado em cena, então, o ensino adaptativo, que nada mais é do que uma soma de diferentes estratégias adotadas em sala para comportar os diferentes tipos e estilos de aprendizagem percebidos nos alunos.
Por exemplo, alunos introvertidos nem sempre se dão bem em atividades em grupo ou apresentação de trabalhos, o que não quer dizer que não tenham habilidades diferenciadas em outros modelos de tarefa. Respeitar as diferenças é fundamental, promovendo assim oportunidades igualitárias.
É interessante observar, inclusive, que diversas tendências educativas têm se baseado nesse principio, como, por exemplo, a gamificação e as novas formas de avaliação empregadas; rumos  que serão detalhados nos tópicos a seguir.

2. Gamificação

children-593313_1920
A gamificação é o uso de estratégias de interação e cooperação tipicamente encontradas em elementos de videogame na educação. Significa, em outras palavras, ensinar através de jogos e desafios.
Como características a esse método de ensino temos o estimulo ao cumprimento de determinados objetivos, o  feedback constante, a competição e recompensa; podendo ser utilizado em sala com ou sem suporte tecnológico.
Além de ser uma tática que gera rápido engajamento entre os alunos, a gamificação tem a vantagem de promover o ensino adaptativo mencionado no tópico anterior, porque leva em conta as peculiaridades e ritmos de cada estudante de maneira personalizada.
Conteúdos que já foram/são trabalhados tradicionalmente por muitos anos ganham, dessa forma, nova perspectiva, devido a atmosfera diferenciada promovida por essa abordagem.

3. Novas formas de avaliação

card-158195_1280
Provas objetivas são tradicionalmente o método mais empregado para avaliação do aprendizadonas escolas. Apesar disso, esse sistema avaliativo tem entrado em declínio dada sua limitação, já que mensura apenas uma das dimensões da aprendizagem.
A tendência para 2016 é que um mix de ferramentas avaliativas sejam cada vez mais utilizadas, englobando não apenas provas escritas, mas também seminários, trabalhos em grupo, debates, relatórios individuais, autoavaliação e observação.
Um exemplo de forma de avaliação interessante acontece na França, onde a nota do aluno vai de 0 a 20. O “10” aqui tradicionalmente empregado como nota máxima, cumpre a função do nosso 7, representando que o aluno ficou na média, apresentando desempenho mediano. O 17 assume então a posição do 10, o que significa que o aluno cumpriu o potencial esperado pelo professor.
O grande diferencial dessa metodologia é que o espaço entre o 17 e o 20 está reservado aos alunos que de alguma formar supreeenderam o professor, indo além das expectativas. Estimulando assim, o desenvolvimento do potencial em sala.

4. Livros digitais interativos

187j6c9cvv9rojpg-1024x576
Outro recurso que tem ganhado destaque  por conta dos seus impactos educacionais são os livros digitais interativos, ferramentas utilitárias bem mais ricas do que meros e-books.
Um livro digital interativo permite não apenas a visualização em tela do conteúdo do livro, mas também aplicações práticas através de jogos, animações, simuladores e infográficos, promovendo de modo mais completo a aprendizado.
Com o crescimento do uso de tablets em sala, diversas editoras têm investido da adaptação de seus livros para esse mercado, o que tem intensificado o uso por parte das escolas.
Para o nosso projeto de musicalização infantil o Turma do Som, por exemplo,  desenvolvemos uma versão digital bastante rica, que  inclui  jogos, atividades e desenhos animados.

5. Inserção de atividades extracurriculares

magic-cube-232282_1920
Aula de xadrez, dança, teatro, circo, balé e atividades no âmbito tem sido cada vez mais adotadas como matérias opcionais nas grades curriculares. O motivo? São atividades que influenciam diretamente o rendimento dos alunos ao provocar melhoras na autoestima, criatividade e até mesmo raciocínio lógico.
Além disso, elas acrescentam e transformam os conteúdos escolares, complementando de maneira mais inovadora o ensino e indo muito além que simples eventos pontuais promovidos ao longo do ano como feiras culturais, por exemplo.
Colégios que adotam essas atividades tornam a escola um universo mais lúdico e atraente, ampliando os horizontes das relações educativas. Os parâmetros escolares devem ser compreendidos como um processo contínuo de constante modificação. A educação é,  afinal, retrato da sociedade e precisa sempre se adequar a ela.
Essas tendências, em especial, ganham foco por colocarem o aluno no centro da aprendizagem, já que transformam a esfera coletiva da educação em massa num processo mais personalizado e adaptativo.


Aproveitamos para desejar a todos um FELIZ 2016!!!


Para saber mais sobre as previsões da tecnologia e educação em 2016, você pode acessar os seguintes links:

Tendências de tecnologia na educação para 2016: 

Uma discussão (vídeo) sobre o que esperar no mundo de tecnologia e startups em 2016: 

5 previsões da IBM para a tecnologia de 2016: 

4 grandes tendências de tecnologia na educação para 2016:



segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Sites bacanas para curtir durante as férias!

Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/2015/12/15/sites-bacanas-para-curtir-durante-as-ferias/. De 15/12/2015.

O ano está no fim e as férias que você, educador, tanto merece estão aí. Após fazer o balanço do ano e encaminhar o planejamento de 2016, é hora de relaxar! Se o seu desejo é assistir a um bom filme, ler uma história bacana ou até mesmo viajar sem sair do lugar, este post é para você. Separei alguns sites em que é possível fazer tudo isso. E o melhor: de graça!

Archive.org
Biblioteca sem fins lucrativos que reúne milhões de livros, filmes, músicas e outros conteúdos. Na seção Feature Films, você encontra longas, curtas e trailers para assistir e fazer download. Lá, estão disponíveis clássicos como Metropolis (1927), de Fritz Lang, O Imigrante (1917), de Charles Chaplin, e Nosferatu (1922), de F. W. Murnau.

O projeto sem fins lucrativos tem como objetivo espalhar boas ideias por meio de palestras curtas, com cerca de 15 minutos. No site, assuntos como Educação, neurociência, inovação e tecnologia e tantos são abordados em mais de 2,100 vídeos, boa parte deles legendados em português. Recomendo fortemente: O perigo de uma história única, com a escritora Chimamanda Ngozi Adichie; Escolas matam a criatividade?, com o consultor em Educação Ken Robinson; Como grandes líderes inspiram ação, com o escritor Simon Sinek; O poder da vulnerabilidade, com a pesquisadora Brené Brown; e A poderosa revelação pelo derrame, com a neuroanatomista Jill Bolte Taylor.

O portal, lançado em 2004, disponibiliza uma biblioteca virtual com quase 200 mil itens, entre textos, imagens, sons e vídeos. Todo material pode ser usado livremente, pois já se encontra em domínio público ou tem sua divulgação autorizada. Aproveite para ver (e baixar): as poesias de Fernando Pessoa, Coleção Educadores, com textos sobre grandes pensadores como Jean Piaget, John Dewey e Henry Wallon, A Divina Comédia, de Dante Alighieri (788 págs., eBooksBrasil), e a obra completa de Machado de Assis.

Este site é incrível! Você pode explorar o acervo de museus de todo o mundo no projeto Google Art Project, que conta com mais de 212 mil obras de arte. Também pode conferir algumas pinturas  no formato “gigapixel”, que permite aumentar o zoom da imagem até enxergar o craquelado da tinta, como acontece no quadro Noite Estrelada (1889), de Van Gogh. Vale muito seu clique!

Já no Google WorldWonders Project, você conhece diferentes patrimônios da humanidade, por meio de vídeos, imagens, textos e vistas panorâmicas. Entre os lugares para visitar virtualmente estão o Palácio de Versailles, na França, o Memorial da Paz de Hiroshima, no Japão, e o Taj Mahal, na Índia.

Esse é outro projeto do Google para viajar sem sair do lugar. Encante-se  com Machu Pichu, no Peru, dê uma passadinha nas Pirâmides de Gizé, no Egito, e mergulhe em Fernando de Noronha, sobre o qual falamos neste post.

Sei que é puxar a sardinha para o nosso lado, mas há vários especiais no site NOVA ESCOLA que merecem sua visita nessas férias. No Vem que eu te conto, autores ou contadores de história leem contos, canções, poemas, crônicas, anedota, lenda e cordel – e você ainda pode baixar todos os textos. Já no Era uma vez…,  mais de 100 produções textuais esperam por você. É imperdível! Ah, e não se esqueça de dar uma olhada no Especial Férias, que apresenta muitas outras dicas para curtir os dias de descanso!