terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Atividades Didáticas Desenvolvidas nos Laboratórios de Informática

O NTE de Santa Maria realizou uma pesquisa com as escolas, da região de abrangência da 8ª CRE, que possuem Laboratórios de Informática, procurando identificar as Atividades Pedagógicas realizadas nos mesmos. Estamos divulgando os dados da pesquisa para que todos tenham conhecimento e, procurarmos em conjunto, alternativas sobre como incluir esses recursos no processo de ensino-aprendizagem. Os dados obtidos são também importantes para os nossos cursos de formação de professores, pois possibilitam a identificação de aspectos que necessitam serem aprofundados.
Quarenta e oito (48) escolas responderam o questionário (online). O Gráfico abaixo representa as atividades realizadas.
Gráfico 1 – respostas das questões: Os Professores desenvolvem atividades didáticas com seus alunos no laboratório de informática? Relacione as atividades realizadas
Vamos analisar algumas atividades:

A atividade mais citada é Pesquisa na Internet – pesquisa na Internet pode ser um trabalho, orientado e acompanhado pelo professor, onde os alunos são instigados a buscar respostas sobre o tema em estudo. Cabe aqui alguns questionamentos sobre esta atividade: “O que foi realizado com as informações encontradas? Os alunos produziram algum trabalho (texto, gráficos, apresentações, desenhos ...), divulgaram para os colegas da turma, da escola e comunidade?”
Mas se a pesquisa realizada foi sem orientação do professor, fora do horário de aula, sem produzir nada, sem nenhum problema a ser resolvido os professores (e a escola) estão perdendo uma oportunidade de melhorar a aprendizagem dos alunos.
Jogos Educativos - também pode ser um bom recurso se for selecionado de acordo com os conteúdos curriculares que estão sendo trabalhados e com objetivos definidos. De outro modo Deixar jogar qualquer jogo, sem orientação e sem objetivo definido é perda de tempo.
Apresentações – os alunos realizam apresentações sobre conteúdos estudados/pesquisados ou apenas assistem as apresentações dos professores? Lembrar de adequar os recursos aos objetivos propostos. O potencial do cada recurso depende do seu planejamento do professor. Queremos um aluno ativo (selecionando, realizando as atividades, criando) ou queremos um aluno passivo, que apenas recebe as informações?
Produção Textual e Editoração de Texto - levar os alunos a produzir textos e não apenas digitar e formatar. Criar condições para a produção dos alunos, tanto com textos como desenhos, gráficos, áudios, vídeos ...
Objetos de Aprendizagem e Recursos Educacionais – são recursos disponíveis na Internet (http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html, http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/ http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp ) que podem ser acessados online ou baixados no computador. Observamos que começam a serem incluídos nas atividades curriculares. Selecionar os recursos adequados para cada conteúdo e estratégia metodológica utilizada. No Linux Educacional (sistema operacional dos computadores enviados pelo MEC) encontramos alguns recursos educacionais.
Vídeos – temos duas situações: utilização dos vídeos e produção. O trabalho com vídeos pode ser assistir documentários, filmes, sobre os temas estudados e com atividades a serem realizadas pelos alunos antes ou depois de assistir e/ou a produção de vídeos sobre os conteúdos estudados/pesquisados.

Analisando os dados verificamos que os professores estão começando a incluir alguns recursos tecnológicos nas suas práticas didáticas, o que consideramos uma primeira fase. Agora vamos aprimorar o trabalho, com estratégias metodológicas e atividades que envolvam mais o aluno, pois o que determina o potencial do recurso é o trabalho planejado e realizado pelo professor. O recurso em si não representa quase nada. O importante é o conhecimento do professor sobre sua disciplina e/ou área de atuação, sobre os recursos e a definição dos objetivos a serem alcançados. Vamos utilizar todas as mídias (textos, imagens, sons) em nossas aulas.
Uma segunda fase que devemos alcançar é a da produção, da autoria: por exemplo,  atividades que envolvam mais os alunos, como o desenvolvimento de projetos incluindo Mídias e Tecnologias diversas com as quais o aluno poderá produzir textos, vídeos, apresentações, produções artísticas, participar de trabalhos colaborativos na Internet, sintetizar as informações, divulgar os trabalhos na Internet ou em jornais (da escola).
Vamos realizar os trabalhos, avaliar, discutir com os colegas, observando sempre se o recurso utilizado e a estratégia metodológica contribuem para a melhoria da aprendizagem dos alunos, tornando o Laboratório de Informática um espaço de ensino e aprendizagem. Na escola os recursos tecnológicos devem potencializar o trabalho do professor e a aprendizagem dos alunos. 
Na mesma pesquisa questionamos também se “a escola possui proposta pedagógica, definida no Projeto Pedagógico, para inserção dos recursos tecnológicos nas atividades de ensino-aprendizagem?”  
23 escolas responderam que possuem proposta definida, 18 informaram que não possuem e 7 não responderam. Deste modo a maioria não possui proposta didática definida e este é um fator relevante para que os laboratórios de informática sejam explorados nas atividades escolares. Se a escola não possui proposta o trabalho fica na dependência de ações isoladas de cada professor e não como objetivo da escola.
Solicitamos aos gestores das escolas uma atenção especial para esse problema, pois a maioria das escolas possui laboratórios e Internet do MEC.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Mestre Miranda

Parabéns ao nosso colega Renato Fumagalli Miranda pela conclusão do Mestrado Profissionalizante em Ensino de Física, UNIFRA. Defendeu a Dissertação "Uso de Analogias e Resolução de Problemas para Auxiliar na Aprendizagem de Conceitos Envolvidos na Teoria Microscópica da Condução Elétrica".

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Curso 100 horas

Finalizamos a Segunda Turma do curso Tecnologias na Escola: ensinando e aprendendo com as TIC. O curso, realizado nas modalidades presencial e a distância, iniciou em maio de 2010 e teve como objetivos oferecer subsídios teórico-metológico-práticos para que os professores e gestores escolares possam:
  • compreender o potencial pedagógico de recursos das TIC no ensino e na aprendizagem em suas escolas;
  • planejar estratégias de ensino e aprendizagem integrando recursos tecnológicos disponíveis e criando situações de aprendizagem que levem os alunos à construção de conhecimento, à criatividade, ao trabalho colaborativo e resultem efetivamente na construção dos conhecimentos e habilidades esperados em cada série;
  • utilizar as TIC na prática pedagógica, promovendo situações de ensino que aprimorem a parendizagem dos alunos.
Parabéns aos alunos pelas produções de materiais didáticos, implementação de aulas e projetos realizados   nas escolas, com a inclusão das TIC.
Mara Denize Mazzardo

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Netbooks educacionais rodarão Linux Mandriva

SÃO PAULO – A distribuição Mandriva Linux anunciou que o MEC (Ministério da Educação e Cultura) selecionou o sistema para ser implantado nos netbooks Classmate, que terão uso educacional em toda a rede pública do país.
A distribuição Mandriva que será utilizada é baseada na mais recente versão desenvolvida para mini notebooks, sendo adaptada ao programa educacional do governo com aplicações exclusivas, facilitando o acesso aos aplicativos de código aberto mais utilizados.
“Esta será uma das maiores implantações organizadas de Linux do mundo, com potencial para atingir 1,5 Milhões de unidades. O Mandriva Linux nos classmates reafirma o Linux como o sistema operacional preferível para o mercado global de educação”, afirma o comunicado.
O Classmate será fabricado pela Positivo, tem tela de 10 polegadas e virá com processadores Intel Atom e Wi-Fi.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Turma 38 - EEEF Sen Alberto Pasqualini

Encerrou no dia 26 de novembro o curso Introdução a Educação Digital (Linux 40h) com professores da EEEF Sen. Alberto Pasqualini. A todos os participantes parabéns pelo ótimo aproveitamento nas tarefas propostas.
Turma 38 - EEEF Sen Alberto Pasqualini

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Turma nº 30 - Professores Rede Pública de Mata

No dia 28 de outubro de 2010 concluímos mais uma do curso Introdução à Educação Digital, Turma 30, formada com professores da Escola Estadual de Ensino Médio Dona Joaquina, EEE Fundamental Florismundo Egrees da Silva e EEE Fundamental Luis Xavier. Professores: Mara Denize Mazzardo e Renato Fumagalli Miranda.

Professores EEE Básica Tito Ferrari

Conclusão Curso Introdução à Educação Digital Turma 25 - Professores EEE Básica Tito Ferrari de São Pedro do Sul. Parabéns para todos!

Professores IEE Tiaraju São Sepé

Encerramos mais uma turma do curso Introdução à Educação Digital,  Turma 33, formadada com professores do IIE Tiaraju de São Sepé. A segunda turma da escola (Turma 35), cocluirá o curso no mês de novembro. Parabéns aos professores pela disponibilidade para continuar estudando e pelos trabalhos realizados na Sala de Aula Digital com seus alunos!
Mara Denize Mazzardo

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Estado implanta monitoramento nas salas de aula digitais das escolas

A governadora Yeda Crusius assinou nesta segunda-feira (25) termo de adesão de registro de preços, entre o Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), visando à implantação de um sistema de monitoramento e controle de banda larga em 1.000 escolas públicas estaduais participantes do Programa Sala de Aula Digital. A medida possibilitará ao Estado, através da Secretaria de Educação, o controle dos acessos por parte de alunos e professores aos dados on line da à internet, de forma a garantir a restrição de sua utilização apenas aos sites educativos.
O secretário de Educação Ervino Deon lembrou que o Programa Sala de Aula Digital é uma forma de aprendizagem onde o professor dá a aula e cada aluno utiliza seu computador como suporte para o conteúdo ensinado. “O contato direto dos alunos e educadores com os computadores é que possibilita o aprendizado digital”, concluiu o secretário, lembrando que se trata de um importante instrumento de aprendizagem e engrandecimento cultural, possibilitando a inclusão digital dos alunos menos favorecidos socialmente.

Professor Digital.

O secretário de Educação Ervino Deon lembrou ainda que a ação vem complementar o Programa Professor Digital, que possibilita aos educadores e servidores da rede estadual de ensino uma linha de financiamento sem juros para compra, através do Banrisul, de notebooks. Professores ativos e inativos, além de servidores de escolas, podem adquirir os computadores portáteis mediante o pagamento de R$ 1.256,00, um custo de 35% menor que o de mercado, divididos em até 36 parcelas fixas e com juros subsidiados pelo Governo do Estado. Na última edição do programa, ocorrido de maio a agosto passado, foram financiados 46 mil aparelhos. As inscrições para esta nova edição encontram-se abertas e se estendem até o dia 23 de dezembro e podem ser feitas em qualquer agência do Banrisul, em todo o Estado.