quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Estado implanta monitoramento nas salas de aula digitais das escolas

A governadora Yeda Crusius assinou nesta segunda-feira (25) termo de adesão de registro de preços, entre o Estado do Rio Grande do Sul e a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), visando à implantação de um sistema de monitoramento e controle de banda larga em 1.000 escolas públicas estaduais participantes do Programa Sala de Aula Digital. A medida possibilitará ao Estado, através da Secretaria de Educação, o controle dos acessos por parte de alunos e professores aos dados on line da à internet, de forma a garantir a restrição de sua utilização apenas aos sites educativos.
O secretário de Educação Ervino Deon lembrou que o Programa Sala de Aula Digital é uma forma de aprendizagem onde o professor dá a aula e cada aluno utiliza seu computador como suporte para o conteúdo ensinado. “O contato direto dos alunos e educadores com os computadores é que possibilita o aprendizado digital”, concluiu o secretário, lembrando que se trata de um importante instrumento de aprendizagem e engrandecimento cultural, possibilitando a inclusão digital dos alunos menos favorecidos socialmente.

Professor Digital.

O secretário de Educação Ervino Deon lembrou ainda que a ação vem complementar o Programa Professor Digital, que possibilita aos educadores e servidores da rede estadual de ensino uma linha de financiamento sem juros para compra, através do Banrisul, de notebooks. Professores ativos e inativos, além de servidores de escolas, podem adquirir os computadores portáteis mediante o pagamento de R$ 1.256,00, um custo de 35% menor que o de mercado, divididos em até 36 parcelas fixas e com juros subsidiados pelo Governo do Estado. Na última edição do programa, ocorrido de maio a agosto passado, foram financiados 46 mil aparelhos. As inscrições para esta nova edição encontram-se abertas e se estendem até o dia 23 de dezembro e podem ser feitas em qualquer agência do Banrisul, em todo o Estado. 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Twitter chega à sala de aula como ferramenta para aprender técnica literária

Escola usa regra básica do microblog, o limite de 140 caracteres por mensagem, para que alunos desenvolvam narrativa e concisão em minicontos

 Fonte www.estadao.com.br

"O telefone tocou. Seria ele? O que ele queria? Ela já não havia dito que era o fim? Ela atendeu o telefone. Não era ele, era pior." Em apenas 140 caracteres, o permitido para cada post no microblog Twitter, adolescentes aprenderam, em sala de aula, a usar a rede social como plataforma para contar pequenas histórias como essa.
A técnica literária, conhecida como microconto, nanoconto ou miniconto, foi praticada pelos alunos do Colégio Hugo Sarmento no perfil @hs_micro_contos do Twitter.
Para escrever uma história coerente em tão poucas palavras, os estudantes tiveram de ficar atentos à narrativa, à concisão e ao sentido do que era postado, algumas habilidades já dominadas pelos adolescentes, acostumado com a rapidez da internet.
Embora o Twitter seja usado com mais frequência para relatos e comentários do cotidiano, não ficcionais, os microcontos já têm adeptos na rede social. Há perfis totalmente dedicados à técnica e usuários que costumam escrever mini-histórias, como a cantora Rita Lee (@LitaRee_real).
"Cada história precisava ter um começo, meio e fim. Não dava, por exemplo, pra ficar descrevendo o cenário", conta Pedro Rubens Oliveira, de 13 anos, que participou do projeto.
O professor de língua portuguesa do ensino fundamental Tiago Calles, que propôs o exercício na escola, conta que aproveitou os limites de espaço da rede para trabalhar a estrutura da narrativa e as poesias concretas, abordadas em aula, de uma maneira diferente. "O fato de envolver uma outra plataforma interessou os alunos, que se sentiram mais motivados", afirma.
Talissa Ancona Lopes, de 13 anos, conhecia pouco do Twitter antes de usar a plataforma na escola. "Tive um perfil por algum tempo, mas depois excluí", conta. Dona de perfis em outras redes sociais, ela encontrou uma nova utilidade para a rede. "É mais divertido aprender dessa maneira."
A diversão costuma estar associada às redes sociais. Segundo a assessora de tecnologia educacional da Escola Viva, Elizabeth Fantauzzi, os estudantes têm dificuldade para enxergar o Twitter como uma ferramenta de aprendizado. "Para eles, aquilo não pode ser usado em aula, mas é um material muito rico se for aproveitado com um sentido pedagógico", diz.
Tecnologia. Não só a familiaridade com a internet estimulou a exploração do tema em sala de aula, mas também a fluência na linguagem tecnológica dos alunos. Na Escola Viva, estudantes do fundamental fizeram um projeto em que usaram conversas por mensagem de celular para montarem micro-histórias.
"Os adolescentes têm fluência na linguagem digital. Cabe aos professores aproveitar isso e aplicarem em sala de aula", afirma Elizabeth.
A intenção das escolas é transformar a facilidade com a escrita da internet - com seus símbolos e abreviações - em habilidades também nas redações mais acadêmicas. No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, o desempenho dos estudantes na área de Linguagens e Códigos foi justamente o que mais deixou a desejar. Em nenhum colégio a média de 700 pontos - em uma escala que vai de zero a mil - foi atingida.

ENTREVISTA
"Às vezes duas palavras bastam para expressar um sentimento"
Tiago Calles, professor de língua portuguesa do Colégio Hugo Sarmento
Professor defende que qualidade e criatividade podem ser expressas em textos curtos.

Você tem perfil no twitter?Não. Tenho e-mail, Orkut, mas achava que precisava encontrar uma maneira mais útil de usar o Twitter antes de criar um perfil. Por isso apresentei os microcontos em sala de aula. Queria avaliar os possíveis usos para a ferramenta.

É possível revelar a personalidade dos autores em textos tão curtos?Sim. As poesias concretas demonstram isso. Às vezes duas palavras bastam para expressar algum sentimento ou ideia. Eu acho que os adolescentes conseguiram passar um pouco de suas personalidades nos textos que escreveram.
Os alunos podiam usar abreviações nos contos?

Podiam. Por ser um texto literário, eles tinham liberdade para escreverem da maneira que queriam. Curiosamente, nenhum dos textos que recebi tinha essas abreviações usadas na internet.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Programa Professor Digital

Professor Digital
É um programa de inclusão digital e de formação que oferece linha de financiamento do Banrisul para aquisição de notebook e softwares em português (Windows, Linux, Office, BrOffice e um pacote de softwares educacionais), sem juros, direcionados aos membros do magistério que titulam cargo de provimento efetivo e contratados que estejam ativos ou aposentados e aos funcionários de escolas que titulam cargo e provimento efetivo e contratados que estejam ativos nas escolas estaduais. 

Contratações!

As contratações são de 15 de Outubro de 2010 até 23 de Dezembro de 2010 diretamente nas agências do Banrisul
Mais informações no site www.professor.rs.gov.br

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Último Encontro Presencial Curso Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC

No dia 23 de setembro de 2010 aconteceu o último encontro presencial, da Turma1 2010.
As atividades a distância continuam aré o início de Novembro.
Foi um período de estudo, discussão e convivência com o grupo, buscando alternativas para incluir as TIC nas atividades escolares.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PHUN - 2D Programa interativo de simulação para princípios Físicos

Phun combina a física e a arte de uma forma lúdica, com uma jogabilidade aberta e sem direcção. Phun não é apenas um jogo - é muito mais! Phun é educativo e divertido!
Dica do: http://iaesmevr.org (Portal do VR Livre)

Ele pode ser parecido com um brinquedo, mas Phun (e Algodoo) são baseados em tecnologias altamente desenvolvidas para a simulação interativa multifísica, que vão dos modelos clássicos de física e integradores variacionais de alta performance de métodos numéricos. Phun é um o projeto de Mestrado de Emil Ernerfeldt, na universidade de Umeå - Suécia, agora desenvolvido no Simulação Algoryx. Algoryx também desenvolve um motor 3D profissional multifísica chamado AgX.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Como a internet funciona?

Entenda a dinâmica da linguagem falada pelos computadores e como a informação chega até sua casa

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

CURSO INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL - 40h - Mais professores formados

A Turma 27 foi formada por  professores das escolas Marieta DÁmbrósio, Ana Lobler de Nova Palma e Olavo Bilac e a Turma 29, pelos professores do Cícero Barreto e tiveram como formadora a professora Giovanna. Finalizadas também, esta semana, turmas do professor formador Renato Miranda, Turma 31 formada pelos professores do Ibis Castilhos e Turma 32 pelos professores do Theodoro Ribas Sales.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

E o cheirinho de livro?!

Debate na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) discute futuro dos livros na era digital. Para a mediadora Cristiane Costa, doutora em comunicação: “Um livro no tablet é muito legal!”

Por Vanessa Rodrigues
 
Provavelmente já não será mais possível falar de literatura sem discutir os e-books. Abreviação de eletronic books (ou “livros eletrônicos”), os e-books, como o próprio nome diz, são livros em formato digital e não mais impressos em papel, como aqueles tradicionais.
Indo mais além, com o advento do tablet, como o Kindle e o IPad, mais do que livros tradicionais disponibilizados em formato digital, haverá uma produção específica de literatura para esta mídia, aproveitando todos os recursos que ela oferece, como a possibilidade de interação, por exemplo. Seriam os “livros ‘nativos digitais’”, como afirmou Cristiane Costa, doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que vem se especializando em novas estratégias narrativas em mídias digitais.


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Educação e compartilhamento na era digital

Depois da mesa, o Portal EducaRede aproveitou para conversar com a mediadora, que comentou especificamente sobre a produção de livros didáticos e a educação na era dos dispositivos digitais. “A indústria do livro está preocupada”, afirmou Cristiane Costa.
Para a estudiosa, o tema dos direitos autorais é outro aspecto que vem aquecendo o debate. “Darnton mesmo levantou que esta discussão vem desde o século XVII, com o Iluminismo: afinal, o conhecimento é um bem individual ou bem comum? Até que ponto podemos privatizar o conhecimento? A produção digital barateia muito o processo e possibilita o compartilhamento quase de graça. A questão é descobrir quem vai pagar a conta.”
Cristiane Costa destaca a experiência da Califórnia, onde o governador Arnold Schwarzenegger teria determinado o uso de e-books para algumas disciplinas, não mais comprando livros didáticos em papel: “Os alunos usam um tablet e, com isso, fazem download de todo o conteúdo que precisam. 

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Os tablets são computadores que parecem uma “prancheta eletrônica” e estão sendo chamados de “4ª tela”, capazes de provocar uma revolução tão grande quanto as outras três: televisão, computador e celular.