segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
E o cheirinho de livro?!
Debate na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) discute futuro dos livros na era digital. Para a mediadora Cristiane Costa, doutora em comunicação: “Um livro no tablet é muito legal!”
Por Vanessa Rodrigues
Provavelmente já não será mais possível falar de literatura sem discutir os e-books. Abreviação de eletronic books (ou “livros eletrônicos”), os e-books, como o próprio nome diz, são livros em formato digital e não mais impressos em papel, como aqueles tradicionais.
Indo mais além, com o advento do tablet, como o Kindle e o IPad, mais do que livros tradicionais disponibilizados em formato digital, haverá uma produção específica de literatura para esta mídia, aproveitando todos os recursos que ela oferece, como a possibilidade de interação, por exemplo. Seriam os “livros ‘nativos digitais’”, como afirmou Cristiane Costa, doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que vem se especializando em novas estratégias narrativas em mídias digitais.
[...]
Educação e compartilhamento na era digital
Depois da mesa, o Portal EducaRede aproveitou para conversar com a mediadora, que comentou especificamente sobre a produção de livros didáticos e a educação na era dos dispositivos digitais. “A indústria do livro está preocupada”, afirmou Cristiane Costa.
Para a estudiosa, o tema dos direitos autorais é outro aspecto que vem aquecendo o debate. “Darnton mesmo levantou que esta discussão vem desde o século XVII, com o Iluminismo: afinal, o conhecimento é um bem individual ou bem comum? Até que ponto podemos privatizar o conhecimento? A produção digital barateia muito o processo e possibilita o compartilhamento quase de graça. A questão é descobrir quem vai pagar a conta.”
Cristiane Costa destaca a experiência da Califórnia, onde o governador Arnold Schwarzenegger teria determinado o uso de e-books para algumas disciplinas, não mais comprando livros didáticos em papel: “Os alunos usam um tablet e, com isso, fazem download de todo o conteúdo que precisam.
Ler tudo clicando aqui
Os tablets são computadores que parecem uma “prancheta eletrônica” e estão sendo chamados de “4ª tela”, capazes de provocar uma revolução tão grande quanto as outras três: televisão, computador e celular.
Por Vanessa Rodrigues
Provavelmente já não será mais possível falar de literatura sem discutir os e-books. Abreviação de eletronic books (ou “livros eletrônicos”), os e-books, como o próprio nome diz, são livros em formato digital e não mais impressos em papel, como aqueles tradicionais.
Indo mais além, com o advento do tablet, como o Kindle e o IPad, mais do que livros tradicionais disponibilizados em formato digital, haverá uma produção específica de literatura para esta mídia, aproveitando todos os recursos que ela oferece, como a possibilidade de interação, por exemplo. Seriam os “livros ‘nativos digitais’”, como afirmou Cristiane Costa, doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que vem se especializando em novas estratégias narrativas em mídias digitais.
[...]
Educação e compartilhamento na era digital
Depois da mesa, o Portal EducaRede aproveitou para conversar com a mediadora, que comentou especificamente sobre a produção de livros didáticos e a educação na era dos dispositivos digitais. “A indústria do livro está preocupada”, afirmou Cristiane Costa.
Para a estudiosa, o tema dos direitos autorais é outro aspecto que vem aquecendo o debate. “Darnton mesmo levantou que esta discussão vem desde o século XVII, com o Iluminismo: afinal, o conhecimento é um bem individual ou bem comum? Até que ponto podemos privatizar o conhecimento? A produção digital barateia muito o processo e possibilita o compartilhamento quase de graça. A questão é descobrir quem vai pagar a conta.”
Cristiane Costa destaca a experiência da Califórnia, onde o governador Arnold Schwarzenegger teria determinado o uso de e-books para algumas disciplinas, não mais comprando livros didáticos em papel: “Os alunos usam um tablet e, com isso, fazem download de todo o conteúdo que precisam.
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Os tablets são computadores que parecem uma “prancheta eletrônica” e estão sendo chamados de “4ª tela”, capazes de provocar uma revolução tão grande quanto as outras três: televisão, computador e celular.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
A escola e o trabalho dos alunos
Autor: Bernard Charlot
Revista de Ciências da Educação
Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa
Quando os meus filhos franceses voltavam da escola, na década de 80, eu perguntava: "trabalhou bem na escola?". Hoje, quando os meus filhos brasileiros chegam em casa, a minha pergunta é outra: "estudou bem na escola?". Essa mudança está ligada às minhas pesquisas e reflexões sobre a escola, mas remete também para as diferenças entre a língua francesa e a portuguesa. Em francês, diz-se que os alunos trabalham na escola. Em português, pelo menos no Brasil, não se diz que trabalham, mas que estudam na escola. Da mesma forma, em português, diz-se que o professor ensina e que o aluno aprende. Em francês, pode-se dizer que o professor ensina ou que ele aprende; ou seja, o professor aprende (ensina)(1) coisas a alunos que têm que aprender essas coisas. Uma terceira diferença parece-me interessante. Em português, o aluno acompanha o professor, ou a aula. Em francês, o aluno segue o professor, ou a aula. São dois modelos implícitos completamente diferentes. O modelo francês nomeia trabalho o que o aluno faz na escola, mas, de fato, destaca a atividade do professor: este "ensina" coisas ao aluno, que o deve "seguir". O modelo implícito português, ou, pelo menos, o modelo brasileiro, não designa a atividade do aluno como trabalho, mas ressalta a sua especificidade: o professor ensina, o aluno aprende; são duas atividades que não podem ser confundidas.
Essas diferenças me levam a duas questões. A questão central é a da atividade do aluno: qual é a natureza e a especificidade da atividade do aluno na escola? A segunda questão é menos importante, mas tem relevância também: será que essa atividade do aluno merece o nome de trabalho?
Texto completo, clique aqui.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Provedoras de banda larga podem oferecer só 10 porcento da velocidade contratada. E a Lei permite!
Além de ter um dos serviços de banda larga mais caros do mundo, as companhias brasileiras não ofertam a velocidade prometida. Serviços que garantem 100% da velocidade contratada não servem para o ambiente doméstico.
O serviço de banda larga no Brasil é um dos mais caros em todo o mundo. A qualidade do produto, porém, nem de longe é proporcional ao cobrado pelas operadoras. Além dos altos valores, as companhias não costumam entregar a velocidade de internet ofertada e o pior é que elas estão amparadas pela Lei! Você pode nem ter reparado mas, no contrato que assinou, existe uma cláusula que garante à empresa fornecedora de banda larga o direito de oferecer apenas 10% da velocidade contrata sem sofrer represálias. Mas por que isso acontece? Na verdade, esta é uma forma das empresas de internet otimizarem a rede. Se elas tivessem que garantir 100% da velocidade o tempo inteiro, a infraestrutura implementada teria que ser bem mais robusta. Da forma como é hoje, em horários de pico a velocidade cai. E elas também utilizam uma outra arma, o IP Dinâmico. Para entender esse lance de Ips: o IP, ou internet protocol, é como se fosse um endereço. É um número que identifica o seu computador quando ele se conecta à rede. Agora, imagine o seguinte: você acaba de desconectar a sua banda larga normal aí na sua casa. Em seguida, seu vizinho conecta a internet dele. Em vez da empresa ter 2 IPs, um pra cada um de de vocês, ela vai pegar o seu e transferir para o vizinho. Para a empresa é benéfico porque ela não precisa criar um IP para cada usuário. Por isso a infraestrutura é mais simples, barata, e consegue atender um maior número de usuários.
Mas existe uma outra forma de disponibilizar internet que é utilizada, principalmente, pelo mercado corporativo. Grandes empresas normalmente optam pelo Link Dedicado. As empresas que fornecem internet dessa forma garantem velocidade integral e sem quedas durante 99,9% do tempo. Para isso, é preciso muita infraestrutura.
"O Link Dedicado é um serviço de internet, como o próprio nome diz, ele é dedicado. Então ele é um serviço diferenciado, um acesso dedicado de internet para a empresa. Ou seja, há uma preocupação muito grande na estabilidade desse link, na velocidade desse link, é realmente um serviço que pretende ter uma estabilidade muito grande para empresas que necessitam de internet o tempo todo, 24 horas, e um suporte diferenciado para esse tipo de serviço", diz Matheus Spagnuolo, analista de produtos da Telium.
É... mas oferecer essa estrutura custa bastante. Alguns planos podem chegar a custar 3 mil reais por apenas 2 mega de velocidade. A questão é que, nesse caso, a velocidade é real. E o IP é só daquela empresa, não fica trocando de mãos o que permite fazer várias coisas que nós, usuários domésticos, teríamos dificuldade...
"Para um cliente empresarial um IP fixo é importante, às vezes ele aplicações como servidores web ou banco de dados que rodam na rede dele e que precisam ser sempre acessados pelo mesmo IP. Então ele vai ter um IP fixo e esse é também um dos diferenciais do link dedicado", afirma Matheus.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br. Para ler a matéria clique aqui.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Prorrogada adesão ao Programa Professor Digital
O período de adesão ao Programa Professor Digital foi prorrogado até o dia 30 de julho. A iniciativa, que proporciona a compra de notebook por meio de financiamento sem juros através do Banrisul, estava prevista para encerrar nesta sexta-feira, 9. Mais de 30 mil educadores, ativos e inativos, além de funcionários administrativos de escolas já aderiram ao programa. Aqueles que efetuaram a adesão entre maio e junho já começaram a receber os computadores portáteis em casa.
Segundo o secretário estadual da Educação, Ervino Deon, o prazo de adesão foi prorrogado tendo em vista a procura diária por financiamentos nas agências do Banrisul. “Nas últimas semanas, efetuamos em média 500 contratos de financiamento por dia. Temos demanda para estender o prazo, visando a facilitar e ampliar o acesso de professores e servidores a novas tecnologias”, afirmou.
Para participar, os interessados devem comparecer a qualquer agência do Banrisul em todo o Estado. As informações sobre modelos de equipamentos estão no site www.professor.rs.gov.br. Cinco tipos de computadores contendo software livre (Linux) ou sistema operacional da Microsoft (Windows) estão disponíveis na página da Internet.
Os equipamentos estão sendo oferecidos a partir de R$ 1.256,00, podendo ser pago em até 36 parcelas fixas sem acréscimo. O notebook será entregue em, no máximo, 60 dias após a assinatura do financiamento.
Segundo o secretário estadual da Educação, Ervino Deon, o prazo de adesão foi prorrogado tendo em vista a procura diária por financiamentos nas agências do Banrisul. “Nas últimas semanas, efetuamos em média 500 contratos de financiamento por dia. Temos demanda para estender o prazo, visando a facilitar e ampliar o acesso de professores e servidores a novas tecnologias”, afirmou.
Para participar, os interessados devem comparecer a qualquer agência do Banrisul em todo o Estado. As informações sobre modelos de equipamentos estão no site www.professor.rs.gov.br. Cinco tipos de computadores contendo software livre (Linux) ou sistema operacional da Microsoft (Windows) estão disponíveis na página da Internet.
Os equipamentos estão sendo oferecidos a partir de R$ 1.256,00, podendo ser pago em até 36 parcelas fixas sem acréscimo. O notebook será entregue em, no máximo, 60 dias após a assinatura do financiamento.
Fonte: www.educacao.rs.gov.br/pse/html/noticias_det.jsp?ID=5673
quarta-feira, 30 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Pela web, projeto capacita professores ao mundo digital
Cada vez mais, PCs estão invadindo as salas de aula. O difícil tem sido os professores acompanharem o ritmo dos alunos, que já nascem com as mãos no teclado e com os olhos nos monitores. Por isso, a Intel tem um projeto mundial que pretende ajudar os professores a utilizar melhor a informática no seu dia-a-dia, e transformar o PC em um instrumento fundamental no processo de aprendizagem.
Em um primeiro momento é pensar como é que eu consigo adicionar elementos de tecnologia na sala de aula e aí ela vira não necessariamente a sala de aula física. Adicionar esses elementos à sala de aula, para que ele possa trabalhar junto com os alunos para que eles possam construir o conhecimento, ou de matemática, ou de português, ou de física, ou dos três juntos. Que é uma proposta, digamos, mais moderna, diz Rubem Saldanha, Gerente de Educação da Intel
O Projeto Elementos foi lançado no início do ano na versão em inglês. Agora, quatro meses depois, chega por aqui na versão em português. E não foi só a tradução de algumas adaptações para a realidade brasileira que fizeram parte do processo.
A gente trabalha com professores locais aqui de universidade, estudantes de doutorado na área de educação e tecnologia para que eles possam fazer adaptações inclusive nos parâmetros curriculares nacionais, que é o nosso guia na área de educação, explica Rubem Saldanha, Gerente de Educação da Intel.
São 5 módulos, cada um com 16 horas. E as aulas online e gratuitas estão disponíveis para qualquer professor do Brasil, tanto no Portal do Professor do MEC quanto no site da Intel. Para fazer parte, basta se cadastrar e seguir os passos na tela. Quer saber os links? Então acesse os endereços que publicamos no início do texto!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Orientações para Incluir os Recursos Tecnológicos nas Atividades Curriculares
Considerando o contexto atual, permeado de tecnologias (TV, Telefones celulares - com os quais além de falar podemos filmar, fotografar, acessar a internet, assistir TV e ouvir rádio -, máquinas digitais, webcan, rádio) e que a maioria das escolas estão com Salas de Aula Digitais Conectadas, torna-se imperioso a mediação tecnológica nas atividades curriculares.
Destacamos, porém que o trabalho a ser realizado deve ser pedagógico, isto é, o professor irá planejar e implementar aulas, sobre os conteúdos do seu componente curricular e/ou conhecimentos interdisciplinares usando as Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC.
As Salas de Aula Digitais (ou laboratórios de informática) são recursos pedagógicos, espaços de ensino-aprendizagem e devem ser utilizados com o objetivo de melhorar a aprendizagem dos alunos. Podem também serem espaços de formação para os professores.
Vamos planejar aulas (situações de aprendizagem) nas quais os alunos possam explorar Recursos Educacionais (Objetos de Aprendizagem, Filmes, Imagem, Animações, Simulações, Mapas, Gráficos), Pesquisar na Internet, Produzir Textos
Individualmente e em Colaboração, Participar de Projetos, Divulgar seus Trabalhos, Resolver Problemas, Criar, Representar o Conhecimento com Mídias Diversas, Comunicar-se com colegas de outras escolas, de outros Países, estimulando a participação ativa do aluno.
As crianças e jovens são usuários vorazes de tecnologias, então vamos desafiálos a aprenderem com as mesmas. Outro trabalho docente necessário é a discussão com os alunos sobre as questões sociais e econômicas sobre as tecnologias, levando-os a ter um posicionamento crítico.
Assim como os professores são responsáveis pelo planejamento e implementação das aulas mediadas por tecnologias, acompanhando, orientando e avaliando as atividades, a escola deve estabelecer, no Projeto Político Pedagógico, os objetivos que deseja alcançar com as tecnologias. Qual é a proposta pedagógica da escola com as tecnologias?
Se os professores não se sentirem capacitados para realizar um trabalho didático com as tecnologias a escola pode solicitar, para o Núcleo de Tecnologia – NTE – de Santa Maria, cursos de formação.Atenciosamente,
NTE Santa Maria
sábado, 12 de junho de 2010
Seminário de TI na Educação
Este evento apresentará à comunidade educacional o “Programa Jovem Digital” e debaterá as questões que são o mote do seminário: Educação, Aprendizagem, Empregabilidade e Cidadania e suas relações com a tecnologia.
“... uma revolução nos papéis sociais tradicionais... um espaço de participação e experimentação de novos modos de pensar e agir sobre a realidade social... romper a dicotomia entre público e privado, na qual público era sinônimo de estatal e privado de empresarial. Estamos vendo o surgimento de uma esfera pública não-estatal e de iniciativas privadas com sentido público. Isso enriquece e complexifica a dinâmica social” (Ruth Cardoso, 1997).
OBJETIVO
- Apresentar à Rede Estadual de Ensino o Programa Jovem Digital;
- Ampliar a articulação entre o 1º, 2º e 3º setores, que dá ao programa a consistência necessária aos resultados a serem atingidos;
- Oportunizar a disseminação do Programa junto à Rede Municipal de Ensino;
- Refletir sobre o impacto da tecnologia na educação do século XXI;
- Debater sobre aprendizagem, empregabilidade e cidadania junto aos setores públicos e privados.
PÚBLICO-ALVO
Diretores e Coordenadores Pedagógicos da Rede Estadual de Ensino, Diretores e Coordenadores da SEDUC, Empresários e Profissionais de TI, Secretários Municipais de Educação do Rio Grande do Sul, Secretários de Estado, Governadora do RS.
PROGRAMAÇÃO
MANHÃ
8h - Welcome Coffee e credenciamento9h - Abertura do Evento
9h30min - Apresentação dos Programas Jovem Digital e Professor Digital
10h - Palestra
11h - Painel 1: O Impacto da Tecnologia na Educação do Século XXI
12h30min - Intervalo para almoço
TARDE
13h30min - Welcome Coffee e credenciamento14h - Painel 2: Educação Digital
15h30min - Coffee Break
15h50min - Painel 3: Aprendizagem, Empregabilidade e Cidadania
17h15min - Criação do Fundo para Bolsistas e Assinatura de Convênio
Entrega de Certificação aos Tutores "Jovem Digital"
Apresentação de Novos Parceiros
18h15min - Encerramento do Evento com sorteio de prêmios
* Programação sujeita a alteração.
SITE: www.jovemdigital.rs.gov.br
domingo, 6 de junho de 2010
Qual é o melhor antivírus grátis?
1º - Avast 5 Free
Esta versão do software trouxe ao mundo a nova interface do programa. Organizada e intuitiva, ela é a mais fácil de usar dos cinco antivírus testados. E o programa não faz feio na hora da varredura. Ele identificou 3.588 ameaças no pacote de 3.298 (um antivírus pode identificar mais de um trecho de código malicioso em um arquivo, por isso o número discrepante entre vírus e ameaças identificadas). No SpyCar, o Avast 5 Free passou nos 18 testes. Já no EICAR, concluiu com sucesso 75% deles. A única coisa negativa do programa localiza-se na defesa antiphishing: ele constatou apenas um site malicioso em um grupo de 50.
1º - AVG 9 Free Antivirus O AVG divide o primeiro lugar com o Avast. Não à toa. Durante o teste, ele sempre manteve o bom desempenho. Durante o confronto com os malware, ele caçou e matou 2.947 vírus do pacote. No teste de navegação, o programa defendeu o PC de 16 sites maliciosos, identificados entre 50 URLs escolhidas. Aqui, o número de detecções foi baixo, embora deva ser considerado bom, uma vez que os concorrentes tiveram desempenho muito pior. No teste do SpyCar, o AVG 9 conseguiu 100% numa bateria de 18 avaliações. No EICAR, contudo, ele patinou e concluiu apenas 25% das tarefas.
2º - BitDefender Free 2010 O BitDefender gratuito mudou a interface, que se tornou agradável e mais limpa. Mesmo assim, ainda deixa a desejar na parte de recursos. Com um bom sistema de varredura, o programa detectou 2.843 ameaças no pacotão de mais de 3 mil pragas digitais. Além disso, identificou 7 sites perigosos na lista de URLs contaminadas. Vale destacar, ainda, que o software passou com maestria nas provas do EICAR, apesar de ter sido um desastre nos testes de spyware do Spycar. Um ponto desfavorável é que o BitDefender exige muita paciência do usuário para ter tal eficiência. Ele consumiu cerca de 1 hora e 15 minutos para fazer a varredura no PC. E, nesse tempo, deixou a máquina inutilizável por causa do alto consumo de processamento.
3º - Avira AntiVir Free 2010
O Avira, nesta versão, ganhou algumas melhorias na interface. Mas elas não mudaram muito o programa. O desempenho dele, como nos outros testes do INFOLAB, sempre é bom: ele identificou 3.217 vírus do pacote. Contra os phishing, no entanto, o Avira perdeu pontos: identificou apenas duas URLs maliciosas no pacote com mais de 50. O programa, que teve um desempenho similar ao AVG no teste do EICAR e do SpyCar, ficou atrás do concorrente por dois detalhes: demorou mais de 10 minutos para varrer o pacote de vírus e consumiu memória demais no processo de scan.
O antivírus ainda deixa a desejar na proteção do Windows. Ele identificou apenas 1.209 invasores no pacote de 3.298. O software foi um dos mais lerdos para vasculhar a amostra: exigiu mais de 20 minutos para executar o trabalho. Fora isso, o MSE é um dos antivírus do teste que mais consumiram memória durante o processo de varredura. Nos testes do EICAR e SpyCar, ele teve o desempenho máximo, pelo menos.
Fonte: Info Online. Matéria completa clique aqui.
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