sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Concurso de vídeos Lei Maria da Penha


A procuradoria da mulher da câmara dos deputados realiza desde 2012, com apoio do Banco Mundial, o concurso cultural sobre a lei maria da penha. Este ano, além do banco mundial, o concurso contará com o apoio do instituto Avon e do Facebook.

Com o tema Construindo novas histórias para meninas e meninos: quando relacionamentos se tornam abusivos, como perceber e mudar isso?”, o concurso visa incentivar a discussão sobre a violência contra a mulher entre alunos e alunas do ensino médio, com idade entre 14 e 18 anos, estimulando nas salas de aula o debate e reflexão dos jovens sobre a violência contra a mulher, pois acreditamos que um mundo onde homens e mulheres convivam de maneira respeitosa e pacífica é construído desde a juventude.

Na sétima edição, os (as) alunos (as) deverão produzir um vídeo curto, de até um minuto, onde as inscrições deverão vir acompanhadas do nome de um(a) professor(a) responsável.

Para realizar as inscrições basta acessar o link do concurso: http://www.concursomariadapenha.com.br/


quinta-feira, 26 de setembro de 2019

2⁰ Mostra de Programação com o aplicativo "Scratch" e a plataforma "Arduino"

É no Maneco...

Dia 27 de setembro no Colégio Estadual Manoel  Ribas, estará acontecendo a 

2⁰ Mostra de Programação com o aplicativo "Scratch" e a plataforma "Arduino".

Programe-se e venha fazer parte dessa aventura!
Onde: Salão Nobre do Colégio Estadual Manoel Ribas a partir das 13h e 30min.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Palestra “Pensamento computacional na Educação Básica”

Amanhã (30/08) acontecerá  a palestra “Pensamento computacional na Educação Básica”, ministrada pelo Prof. Dr. Christian Puhlmann Brackmann. A atividade é uma ação do Projeto Educação Gaúcha Conectada e destina-se aos professores de 6º e 9º anos das escolas participantes do projeto.


sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Educação Gaúcha Conectada - Visita Técnica

Ontem (08/08), nos turnos manhã e tarde, ocorreu visita técnica do Projeto Educação Gaúcha Conectada, o trabalho foi coordenado por Jéssica Nunes, do Centro de Inovação para Educação Brasileira (CIEB). A atividade aconteceu no Núcleo de Tecnologia Educacional do Município de Santa Maria (NTEM) e teve por objetivo o balanço geral do semestre, a elaboração de um guia de implementação do projeto, tratar de questões das formações e da infraestrutura, realizar especificações de RED e outros alinhamentos gerais. Participaram integrantes do Grupo Especial de Trabalho para implantação do Projeto Educação Conectada - GETEC, Magda Motta (Coordenadora Estadual), Ieda Moraes Strunckis, Luís Augusto de Moraes, Maritê Moro, Maristela Abreu e Sandra Rocha (rede municipal de Santa Maria), Renato Miranda e Vanessa Roth (rede estadual de Santa Maria), Silvane Peruffo (rede municipal de Cachoeira do Sul) e Maruí Friederich dos Santos e Mirian Hettwer (rede estadual de Cachoeira do Sul).




segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Educação Gaúcha Conectada - Informações


Por: Vanessa Roth 
Setor Pedagógico – NTE 8ª CRE

O Projeto Educação Gaúcha Conectada é um projeto territorial que envolve os municípios de Cachoeira do Sul e Santa Maria, redes municipal e estadual e engloba 76 escolas. Na rede estadual de Santa Maria são 32 escolas participantes, as turmas abrangidas serão 1ª e 2ª anos do Ensino Fundamental I, 6º e 9º anos do Ensino Fundamental II e 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio, visando atingir os desafios educacionais alfabetização, distorção idade-série e evasão escolar. O Projeto está na fase de finalização do plano de formação e os primeiros equipamentos (kits de robótica) estão chegando às Coordenadorias para, posteriormente, serem distribuídos para as escolas participantes. Além dos kits de robótica, as escolas receberão kits maker e notebooks. As formações estão previstas para iniciarem em agosto, sendo que a primeira (para os professores/as de 6º e 9º anos da rede estadual de Santa Maria) será uma palestra de sensibilização ministrada pelo Professor Dr. Christian Puhlmann Brackmann do Instituto Federal Farroupilha, que está agendada para o dia 30 de agosto no Auditório Wilson Aita, no Centro de Tecnologia da UFSM. O professor executa projetos de pesquisa e extensão para desenvolvimento de material didático, disseminação e sensibilização do Pensamento Computacional com professores e gestores da rede de educação a nível regional, estadual, nacional e internacional no segmento público e privado. O Projeto Educação Gaúcha Conectada articula-se com a 5ª competência da BNCC, já que propõe o trabalho com práticas pedagógicas inovadoras (Ensino Híbrido, Ensino baseado em Projetos e Mão na Massa), que possibilitarão o desenvolvimento de competências e habilidades elencadas na Cultura Digital. A proposta de trabalho envolve uma reestruturação dos laboratórios de informática que passarão para o formato de Salas Maker, com o objetivo de fomentar práticas com metodologias ativas, que possibilitem aos alunos/as o trabalho coletivo e colaborativo, estimulem a criatividade e a capacidade de investigação, com ênfase na resolução de desafios e tendo o aluno como protagonista do processo de ensino-aprendizagem.



sexta-feira, 26 de julho de 2019

Educação Gaúcha Conectada - Visita técnica

Ontem (25/07) aconteceu, no laboratório do Núcleo de Tecnologia Educacional da 8ª Coordenadoria Regional de Educação, visita técnica para finalização do Plano de Formação Territorial, do Projeto Educação Gaúcha Conectada. Participaram da atividade os professores do NTE Renato Miranda e Vanessa Roth (representando a rede estadual) e as professoras Gisele Mahmud, Maristela Abreu e Sandra Rocha (representando a rede municipal). O trabalho foi coordenado por Jéssica Nunes e Lia Roitburd, do Centro de Inovação para Educação Brasileira (CIEB).


quinta-feira, 18 de julho de 2019

Tua Escola agora se chama .EscolaRS



O aplicativo Tua Escola agora se chama .EscolaRS e tem nova identidade visual. O app não poderá ser instalado no Tablet Educacional, pois a versão do android do tablet é 4.0 e o app .EscolaRS necessita de uma versão 5.0 ou superior, mas pode ser acessado através do navegador (Chrome ou Firefox) no endereço http://professor.escola.rs.gov.br
O app poderá ser instalado no celular através do Google Play ou Play Store pelo endereço: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.procergs.tuaescola&hl=pt

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Reunião de Planejamento - Educação Gaúcha Conectada

Na manhã de hoje (03) tivemos reunião com o professor Christian Puhlmann Brackmann (Instituto Federal Farroupilha) para o planejamento das formações sobre "Pensamento Computacional" do Projeto Educação Gaúcha Conectada. Participaram do encontro representantes do GET da rede estadual e municipal de Santa Maria, os professores Cármen França, Renato Miranda e Vanessa Roth, da 8ª Coordenadoria Regional de Educação e as professoras Ieda Moraes Strunckis e Maristela Abreu, da Secretaria de Município da Educação.


quinta-feira, 27 de junho de 2019

Projeto Educação Gaúcha Conectada - Visita Técnica


Hoje (27/06) aconteceu na 24ª Coordenadoria Regional de Educação de Cachoeira do Sul visita técnica para refinamento e fechamento do Plano de Ação Territorial do Projeto Educação Gaúcha Conectada, com assessoramento de Ana Paula Gaspar e Jéssica Nunes do Centro de Inovação para Educação Brasileira (CIEB). Representando a 8ª Coordenadoria Regional de Educação participaram da atividade Cármen França, Coordenadora do Setor Pedagógico da 8ª CRE e Renato Miranda, formador do NTE.



quinta-feira, 13 de junho de 2019

5 motivos para inserir programação e robótica no currículo escolar

Elas ajudam no desenvolvimento de habilidades para resoluções problemas reais e das competências socioemocionais

Crédito: Acervo pessoal Débora Garofalo
Em muitos países, programação é ensinada como uma segunda língua – a linguagem de programação. Não muito diferente ocorre com o ensino de robótica. A Academia de Robótica, nos Estados Unidos, por exemplo, tem o objetivo de ensiná-la nas escolas de Educação Básica.
Uma das minhas lutas pessoais enquanto educadora é transformar o ensino de programação e de robótica em uma política pública. A sua incorporação ao currículo brasileiro traria os benefícios de explorar essa linguagem, como o trabalho com resoluções problemas reais, colaboração, empatia e outras competências socioemocionais.
O ensino tem que ser acompanhado de uma metodologia ativa, capaz de aguçar, desafiar e despertar a aprendizagem ao propor que os alunos saiam da passividade e assumam o centro do processo de aprendizagem.

Programação e robótica

O ensino de programação está relacionado ao ensino de robótica (por exemplo, para criar orientações para que os robôs se mexam). Porém, há muitas vertentes a serem exploradas quando estamos trabalhando a programação – incluindo de forma offline. O ensino pode inclusive se iniciar de forma desplugada (aquele realizado longe de um computador) e abarcar muitas variáveis do currículo. No ensino através de um programação, muitas outras possibilidades estão à disposição:  trabalhar gifs, narrativas digitais, jogos... e a programação para ser repassada para a placa programável, aquela que dará vida a um protótipo.

INDICAÇÕES PARA EXPLORAR
Ensinando ciência da computação sem o computador”, livro gratuito em PDF sobre programação desplugada
Scratch, site que está em sua versão 3.0. O site possui muitas dicas e uma comunidade para remixar projetos
Code org., plataforma para trabalhar de forma lúdica a programação
Já o ensino de robótica trabalha a automação, que possui uma unidade de processamento, sensores para perceber seu ambiente, motores e atuadores (para mover seus membros e/ou rodas), seguindo instruções programadas. É um aprendizado que perpassa pelas mãos, com aprendizagem criativa, que mexe com o raciocínio lógico, capaz de dar soluções à vida cotidiana e ao próprio currículo. A robótica pode ser desenvolvida através de um kit específico e ou materiais não estruturados (saiba mais aqui).
Abaixo, compartilho 5 motivos inserir a programação e o ensino de robótica nas aulas:

1 - Desperta para a aprendizagem criativa

Ambos são capazes de alavancar a aprendizagem, tornando-o envolvente e significativo. Isso acontece porque são formas de aprender que permitem que a criatividade e a inventividade estejam presentes em todo o momento. Não é algo só para as exatas: programação e robótica podem ser trabalhadas em qualquer área do conhecimento e de forma interdisciplinar.

2-  A robótica ajuda a compreender a programação

Ao dar vida aos protótipos, a lógica de programação (que parece ser algo abstrato), ganha uma outra percepção. Desenvolver seus próprios protótipos permite aos alunos compreenderem de forma lúdica o que está por trás dos funcionamentos dos objetos. Esse encantamento vai além do simples “aprender na prática o funcionamento de um algoritmo”. Ele permite que os estudantes compreendam como a lógica da programação se transforma em projetos reais.

3 – A robótica auxilia a compreender o mercado de trabalho

Já vivemos a indústria 4.0. Trabalhar a robótica é oportunizar que os alunos tenham possibilidade de se adaptar a um mercado que cada dia está mais tecnológico e para que possam ocupar boas posições. Há vivência, ainda na Educação Básica, de competências necessárias ao mundo do trabalho, como colaboração, empatia, resoluções de problemas. O desenvolvimento dessas competências permite que eles não sejam apenas consumidores, mas também produtores de tecnologia.

4 – Desenvolve as competências socioemocionais

Por si só, o ensino de programação e robótica tem como premissa a colaboração, a troca de ideias, a resoluções de problemas para desenvolver projetos e avançar com os desafios que surgem ao longo do percurso. Os alunos terão de resolver conflitos, trabalhar com questões e valores para avançar em seus protótipos, aprendendo a discordar e a lidar com angústias, frustações, divergências de opiniões, ansiedade...

 – Ajuda a desmitificar o uso das tecnologias.

Precisamos compreender que a tecnologia não é um fim e sim o meio. Ao trabalhar com projetos mão na massa, estamos olhando a tecnologia por outro prisma ao trabalhar com problemas reais (como a utilização por uma questão social).
Débora Garofalo
Professora da rede Municipal de Ensino de São Paulo, formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, colunista de Tecnologia para o site da NOVA ESCOLA, Vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil e Top 10 no Prêmio Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação.