Hoje (27/06) aconteceu na 24ª
Coordenadoria Regional de Educação de Cachoeira do Sul visita técnica para
refinamento e fechamento do Plano de Ação Territorial do Projeto Educação
Gaúcha Conectada, com assessoramento de Ana Paula Gaspar e Jéssica Nunes do
Centro de Inovação para Educação Brasileira (CIEB). Representando a 8ª
Coordenadoria Regional de Educação participaram da atividade Cármen França,
Coordenadora do Setor Pedagógico da 8ª CRE e Renato Miranda, formador do NTE.
quinta-feira, 27 de junho de 2019
quinta-feira, 13 de junho de 2019
5 motivos para inserir programação e robótica no currículo escolar
Elas ajudam no desenvolvimento de habilidades para resoluções problemas reais e das competências socioemocionais
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| Crédito: Acervo pessoal Débora Garofalo |
Em muitos países, programação é ensinada como uma segunda língua – a linguagem de programação. Não muito diferente ocorre com o ensino de robótica. A Academia de Robótica, nos Estados Unidos, por exemplo, tem o objetivo de ensiná-la nas escolas de Educação Básica.
Uma das minhas lutas pessoais enquanto educadora é transformar o ensino de programação e de robótica em uma política pública. A sua incorporação ao currículo brasileiro traria os benefícios de explorar essa linguagem, como o trabalho com resoluções problemas reais, colaboração, empatia e outras competências socioemocionais.
O ensino tem que ser acompanhado de uma metodologia ativa, capaz de aguçar, desafiar e despertar a aprendizagem ao propor que os alunos saiam da passividade e assumam o centro do processo de aprendizagem.
Programação e robótica
O ensino de programação está relacionado ao ensino de robótica (por exemplo, para criar orientações para que os robôs se mexam). Porém, há muitas vertentes a serem exploradas quando estamos trabalhando a programação – incluindo de forma offline. O ensino pode inclusive se iniciar de forma desplugada (aquele realizado longe de um computador) e abarcar muitas variáveis do currículo. No ensino através de um programação, muitas outras possibilidades estão à disposição: trabalhar gifs, narrativas digitais, jogos... e a programação para ser repassada para a placa programável, aquela que dará vida a um protótipo.
INDICAÇÕES PARA EXPLORAR
“Ensinando ciência da computação sem o computador”, livro gratuito em PDF sobre programação desplugada
Scratch, site que está em sua versão 3.0. O site possui muitas dicas e uma comunidade para remixar projetos
Code org., plataforma para trabalhar de forma lúdica a programação
Já o ensino de robótica trabalha a automação, que possui uma unidade de processamento, sensores para perceber seu ambiente, motores e atuadores (para mover seus membros e/ou rodas), seguindo instruções programadas. É um aprendizado que perpassa pelas mãos, com aprendizagem criativa, que mexe com o raciocínio lógico, capaz de dar soluções à vida cotidiana e ao próprio currículo. A robótica pode ser desenvolvida através de um kit específico e ou materiais não estruturados (saiba mais aqui).
Abaixo, compartilho 5 motivos inserir a programação e o ensino de robótica nas aulas:
1 - Desperta para a aprendizagem criativa
Ambos são capazes de alavancar a aprendizagem, tornando-o envolvente e significativo. Isso acontece porque são formas de aprender que permitem que a criatividade e a inventividade estejam presentes em todo o momento. Não é algo só para as exatas: programação e robótica podem ser trabalhadas em qualquer área do conhecimento e de forma interdisciplinar.
2- A robótica ajuda a compreender a programação
Ao dar vida aos protótipos, a lógica de programação (que parece ser algo abstrato), ganha uma outra percepção. Desenvolver seus próprios protótipos permite aos alunos compreenderem de forma lúdica o que está por trás dos funcionamentos dos objetos. Esse encantamento vai além do simples “aprender na prática o funcionamento de um algoritmo”. Ele permite que os estudantes compreendam como a lógica da programação se transforma em projetos reais.
3 – A robótica auxilia a compreender o mercado de trabalho
Já vivemos a indústria 4.0. Trabalhar a robótica é oportunizar que os alunos tenham possibilidade de se adaptar a um mercado que cada dia está mais tecnológico e para que possam ocupar boas posições. Há vivência, ainda na Educação Básica, de competências necessárias ao mundo do trabalho, como colaboração, empatia, resoluções de problemas. O desenvolvimento dessas competências permite que eles não sejam apenas consumidores, mas também produtores de tecnologia.
4 – Desenvolve as competências socioemocionais
Por si só, o ensino de programação e robótica tem como premissa a colaboração, a troca de ideias, a resoluções de problemas para desenvolver projetos e avançar com os desafios que surgem ao longo do percurso. Os alunos terão de resolver conflitos, trabalhar com questões e valores para avançar em seus protótipos, aprendendo a discordar e a lidar com angústias, frustações, divergências de opiniões, ansiedade...
5 – Ajuda a desmitificar o uso das tecnologias.
Precisamos compreender que a tecnologia não é um fim e sim o meio. Ao trabalhar com projetos mão na massa, estamos olhando a tecnologia por outro prisma ao trabalhar com problemas reais (como a utilização por uma questão social).
Débora Garofalo
Professora da rede Municipal de Ensino de São Paulo, formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, colunista de Tecnologia para o site da NOVA ESCOLA, Vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil e Top 10 no Prêmio Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação.
segunda-feira, 10 de junho de 2019
II Encontro dos Projetos Territoriais da Iniciativa BNDES Educação Conectada
No período de 03 a 06 de junho aconteceu o II Encontro dos Projetos Territoriais da Iniciativa BNDES Educação Conectada, realizado na sede do BNDES, no Rio de Janeiro/RJ. O encontro foi organizado pelo BNDES em parceria com o CIEB e parceiros privados, visando o compartilhamento de experiências entre os Territórios (RS, TO, SE, PB) e a mobilização para dar continuidade ao processo de implantação dos projetos. Representando o Território
RS participaram do encontro Magda Motta (Coordenadora Estadual), Vanessa Roth
(NTE 8ª CRE – rede estadual), Gisele Mahmud, Maritê Moro, Medianeira Garcia,
Sandra Rocha (rede municipal de Santa Maria), Carla Zinn e Silvane Peruffo
(rede municipal de Cachoeira do Sul).
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| Participantes do II Encontro Nacional - Foto: Andre Telles |
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| Grupo RS com a coordenadora Jéssica Nunes (CIEB) |
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Formação continuada com inscrições abertas
No site Portal Educação RS, no Centro Virtual de Formação, no final da página em "FORMAÇÃO CONTINUADA COM INSCRIÇÕES ABERTAS", são oferecidos cursos gratuitos, na modalidade EaD, para os(as) professores(as).
No momento três cursos estão com inscrições abertas, cito:
Curso Informativo Escolar - Aprenda a criar informativo escolar e usar pedagogicamente com seus alunos. Você irá conhecer diferentes formatos e também ferramentas para a construção de um Informativo Escolar;
Rádio Escolar - Neste curso você aprenderá a desenvolver rádio web e rádio pátio para a sua escola, como produzir conteúdos e engajar os estudantes. Convide um professor para fazer esse curso com você;
Vídeos na Escola - Para você que deseja aprender a fazer roteiros, gravação, edição e publicação de vídeos de forma mais profissional para encantar os seus alunos. Faça a sua inscrição, pois esse curso foi feito para você!
DIVULGUEM PARA OS(AS) PROFESSORES(AS) DA REDE!!!
quinta-feira, 2 de maio de 2019
Formação dos NTE
Nos dias 29 e 30 de abril os professores Renato Miranda e Vanessa Roth, do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) da 8ª CRE, participaram de uma formação pedagógica e técnica na SEDUC. A formação foi para 44 professores que atuam nos NTE. Além de outras atividades, os participantes se organizaram em grupos de trabalho, cito: GT Robótica, GT Base Nacional Comum Curricular (BNCC), GT Centro Virtual de Formação (CVF) e GT Eventos, para planejar e executar ações nessas temáticas.

quinta-feira, 25 de abril de 2019
Formação em Robótica para as Educadoras Especiais
Hoje (25/04) a Formação em Robótica é para as professoras que atuam no Atendimento Educacional Especializado (AEE), educadoras especiais. A formação acontece em Cachoeira do Sul e participam professoras das escolas Rômulo Zanchi, Edna May Cardoso, Augusto Ruschi, Gomes Carneiro, Marieta D'Ambrósio, Maria Rocha e Cícero Barreto (de Santa Maria) e escola São Vicente (de São Vicente do Sul).
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| Fotos: Professora Maureline |
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Formação em Robótica para Professores de Escolas em Tempo Integral
Hoje acontece uma Formação em Robótica para Professores de Escolas em Tempo Integral, em Cachoeira do Sul. Participam da formação os municípios de Lajeado, Taquari (3ª CRE), Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires (6ª CRE), Santa Maria (8ª CRE), Ibirubá (9ª CRE), Cachoeira do Sul (24ª CRE), Fontoura Xavier e Soledade (25ª CRE). A professora Taíssa Bacelar Nunes da EEEF Dr. Antônio Xavier da Rocha está participando do curso representando a 8ª Coordenadoria Regional de Educação.
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| Professora Taíssa e Formador Maruí da 24ª CRE |
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Formação Diário de Classe On-line
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Lançamento Projeto Educação Gaúcha Conectada
Dia 29 de março
aconteceu o lançamento do Projeto Educação Gaúcha Conectada no auditório do Colégio
Marista em Santa Maria. O Projeto é uma iniciativa do BNDES e do Ministério da
Educação (MEC) que promoveram uma chamada pública para apoio a projetos de
incorporação de tecnologias digitais na educação pública. O objetivo é fomentar
o uso da tecnologia como ferramenta pedagógica em escolas públicas de educação
básica, desenvolvendo e testando modelos, que possam contribuir para
aprendizagem nas diferentes realidades brasileiras. No Rio Grande do Sul os
municípios de Santa Maria e Cachoeira do Sul foram selecionados na chamada pública
e terão escolas da rede estadual e municipal contempladas, envolvendo no
trabalho as Coordenadorias Regionais de Educação, bem como as Secretarias
Municipais de Educação. O município de Cachoeira do Sul fará o lançamento do
Projeto dia 09 de abril às 14 horas, no auditório da ULBRA de Cachoeira do Sul.
Reunião Project Educação Conectada
No dia 29 de março, pela manhã, realizamos uma reunião sobre o Projeto Educação Conectada. A reunião foi conduzida por Jéssica Nunes do Centro de Inovação para Educação Brasileira (CIEB) e contou com a participação da Assessora Pedagógica da 8ª CRE Karen Vaz Corrêa, da Coordenadora do Setor Pedagógico da 8ª CRE Cármen França, dos formadores do NTE Santa Maria, Renato Miranda e Vanessa Roth e dos formadores do NTE da 24ª CRE, Nilzo Machado e Maruí Samuel.
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